Sara Gilks, de 32 anos, viu a sua vida mudar por completo quando menos esperava. Acreditando estar em um relacionamento amoroso estável e com uma vida profissional bem resolvida, Sara viu tudo se desmoronando quando o namorado terminou o relacionamento. Apesar de ter agendando umas férias na neve, o homem colocou um ponto final na história de #amor que mantinha com Sara, um momento tão inesperado que a deixou completamente arrasada. Depois de trocar umas mensagens com amigos, a mulher foi encontrada morta por uma amiga, que ainda não consegue entender como tudo isso foi acontecer. 

Um inquérito policial para esse caso provou que a mulher, que estava trabalhando na polícia de West Yorkshire, em que fazia serviço de voluntariado, teria colocado fim a própria vida.

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Com uma carreira acadêmica brilhante, a doutora de 32 anos tinha se formado em estudos forenses e análise química na faculdade, antes de fazer doutoramento. Fazia investigação e pesquisa na faculdade de Manchester, na Inglaterra. 

Mas, devastada com o final de relacionamento, a mulher teria tomado uma overdose de medicamentos, acabando por morrer. Também nesse inquérito, a investigação percebeu que ela tinha procurado na Internet por formas de colocar um final em sua vida. E acabou se decidindo por tomar medicamentos. 

Foi uma amiga que foi em sua casa ver se estava tudo bem com ela, quando acabou descobrindo o que jamais poderia imaginar. Diane Hirst percebeu desde o primeiro momento que a amiga estava arrasada com o final do relacionamento, mas não imaginava que ela pudesse fazer uma coisa dessas. 

Diane recebeu uma mensagem de Sara, contando sobre o final da relação.

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Sabia que a amiga estava sofrendo, até por quê o seu namorado tinha marcado férias na neve para o casal. Apesar disso, terminou o namoro, apanhando Sara desprevenida. A mulher não teria parado de chorar e estaria se sentindo muito mal. 

Dois dias depois, Diane tentou contatar Sara, mas como ela não respondeu no celular, foi até a sua casa. Entrou no quarto e encontrou a amiga, de pijama, e já sem vida. Também o médico legista que declarou durante o inquérito policial, disse que o que ela fez era "imprevisível" e que ninguém podia pensar que ela tivesse esses "pensamentos escuros".  #Tragédia #Europa