O homem que neste sábado (17) esfaqueou nove pessoas dentro de um shopping center no Estado de Minnesota, nos Estados Unidos, era um soldado do Estado Islâmico. Foi o que divulgou neste domingo (18) a Amaq, a agência de notícias afiliada ao grupo extremista do Oriente Médio.

Em comunicado, a agência ligada ao grupo terrorista disse que “o executor dos ataques esfaqueamento em Minnesota foi um soldado do Estado islâmico e realizou a operação em resposta a chamadas para alvejar os cidadãos dos países pertencentes à coalizão".

Segundo noticiou a Agência Reuters, o suposto terrorista, que vestia um uniforme de uma empresa de segurança particular, foi baleado e morto por um policial que estava fora de serviço.

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Antes de morrer, porém, ele feriu nove pessoas com uma faca e fez referências a Alá. Para uma de suas vítimas ele teria perguntado se ela era muçulmana antes de golpeá-la com a faca.

Os crimes ocorreram no Crossroads Center Mall, shopping que fica na região Central de Minnesota, na comunidade de St. Cloud, localizada a cerca de 97 quilômetros de Minneapolis-St Paul.

Este é mais um #Crime em um momento de preocupação nos Estados Unidos com relação a ameaças terroristas em locais públicos e intensa movimentação de pessoas. Não é para menos. Também na noite de sábado, uma explosão gerou pânico no distrito de Chelsea, de Manhattan, ferindo pelo menos 29 pessoas.

Segundo as autoridades, no centro de compras de St. Cloud, o criminoso aproveitou para acessar no estabelecimento na noite de sábado, momento em que costuma ficar mais cheio de clientes.

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Ele percorreu todo o espaço para escolher suas vítimas, atacadas em diversos pontos diferentes.

A polícia segue investigando o caso e o shopping ficará fechado até segunda ordem.

Apesar das evidências, o chefe de polícia William Blair Anderson disse a jornalistas, durante entrevista coletiva realizada no sábado mesmo, que não tinha plena certeza de que se tratava de um ataque terrorista.

"Se isso foi um ataque terrorista ou não, eu não estou disposto a dizer que agora, porque nós simplesmente não sabemos", disse Anderson em entrevista coletiva.

Já o porta-voz do escritório regional do FBI em Minnesota, Kyle Loven, disse que o órgão estava ciente da reivindicação de responsabilidade por parte do estado Islâmico, mas que estava trabalhando com a polícia local na investigação da real autoria.

Um representante do Conselho Nacional de Segurança também disse que estava ciente da reclamação, mas adiou conclusões antes de findarem as investigadores locais.

#Casos de polícia