A tensão racial nos Estados Unidos parece aumentar cada vez mais. Não faltam elementos para que os dois lados da moeda protestem nas ruas americanas. O jornal Extra do Rio de Janeiro repercutiu nesta quarta-feira, 28, mais um caso extremamente polêmico envolvendo um jovem de vinte e um anos está revoltando a população local. Tudo aconteceu depois que a própria vítima, identificada como Tawon Boyd, moradora da cidade de Baltimore, decidiu ligar para polícia e pedir ajuda. Tawon ligou para o serviço de emergência e acabou solicitando socorro, revelando que estava se sentindo muito mal. 

No entanto, ao chegarem ao local, os agentes teriam encontrado o jovem desorientado.

Publicidade
Publicidade

Na hora de conter o rapaz, no entanto, eles utilizaram de força exagerada para contê-lo. Quem conversou sobre o caso com a imprensa americana foi a advogada da família do jovem assassinado, Latoya Francis-Williams. Segundo ela, o jovem percebeu que estava perdendo o controle de si mesmo e, por isso, pediu ajuda. O problema foi que o setor de emergência dos Estados Unidos acabou agindo de uma forma que não é considerada a mais correta. Por telefone, o rapaz disse apenas que precisava ser levado para um hospital.

Detalhes chocantes

"Eles realmente deveriam estar lá para levá-lo à unidade de saúde mais próxima", disse a representante jurídica da família. Os policiais tiveram que prestar depoimento para tentar explicar o que aconteceu. Eles disseram que Boyd estava muito desorientado O rapaz teria dito que uma namorado o havia envenenado.

Publicidade

Nesse meio do tempo, ele ainda tentou subir em um dos carros dos agentes da lei. Testemunhas que viram tudo, entretanto, dão outra versão dos fatos. Elas dizem que os policiais é que estavam agressivos demais e começaram a dar socos no homem que estava passando por um surto psíquico.

Eles até teriam jogado a vítima com força no chão, para apenas depois imobilizá-lo. O jovem que pediu ajuda teria gritado e pedido para os agentes pararem e revelado que não conseguira mais respirar.  #Crime #Investigação Criminal