Asad Khan foi encontrado morto, no seu próprio quarto. Até o momento, existem fortes suspeitas de que o menino seria uma vítima de #bullying, na #Escola, onde tinha começado a apenas três semanas antes do incidente trágico, que o acabou levando à morte. No entanto, na escola inglesa, colegas e professores se unem, fazendo o luto pelo menino de apenas 11 anos. O garoto foi ainda levado de sua casa, em Bradford, para o hospital, na noite da última quarta-feira (28), mas já nada havia a fazer para evitar a sua morte. 

Escola diz que o menino estava "indo bem nas aulas"

A polícia não está encarando essa morte como "suspeita" e na escola, o tema "bullying" também não está sendo investigado.

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A #Tragédia está ainda muito recente e, no momento, a comunidade escolar está apenas fazendo o luto pelo menino, se unindo na dor e nas orações da família Khan. Simon Wade, professor na escola de West Yorkshire, contou que o menino "estava indo bem nas aulas" e estava se destacando entre os colegas com a sua "vontade em aprender" e sua "abordagem positiva" na vida escolar. O professor revelou ainda que, na escola, e apesar de terem o menino apenas há três semanas, estavam esperançados num "futuro brilhante" para ele, segundo suas declarações, citadas pelo jornal Daily Mail. 

Família fala em caso de bullying

De acordo com alguns testemunhos de pessoas bem próximas de Asad, o menino poderia ter colocado um final na própria vida, depois de estar sendo vítima de bullying na sua escola. Asad teria regressado fazia pouco tempo da escola e teria se fechado no quarto.

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Mais tarde, a mãe subiu para ver se estava tudo bem e o menino já não respondeu. A mãe de Asad teria arrombado a porta do quarto, encontrando o seu filho morto. 

A criança até já teria dado algumas pistas de que estava sendo "intimidado" na escola, como revelou um antigo conselheiro local, vizinho dessa família. Asad vivia com os seus pais e três irmãos. Mas foi uma tia a partilhar a dor que a família está vivendo, revelando que os pais do menino seriam "demasiado bons" para entenderem que alguém pudesse querer fazer mal para o seu filho, na escola. A tia, Rehana Bibi, não duvida que foi um "caso de bullying" e que o menino era "feliz", mas "tímido", e que poderia não ter contado que estava passando por esse problema. No entanto, outros meninos já tinham contado que ele estava temendo alguns colegas de 16 e 17 anos, que o cercavam na escola.