As autoridades detiveram no aeroporto de Graz, na Áustria, uma #Mulher marroquina que transportava nas suas bagagens os intestinos do seu marido de 26 anos, que tinha morrido em um hospital no Marrocos.

De acordo com os dados recolhidos pelo jornal Austríaco Kleine Zeitung, os intestinos do homem de 26 anos estavam cuidadosamente acomodados e embrulhados em embalagens próprias, em uma das bagagens da mulher marroquina. O principal objetivo dessa mulher era que os órgãos do seu marido fossem analisados por várias pessoas especializadas no assunto, já que se desconfiava que o homem tinha morrido vítima de envenenamento no Marrocos.

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A jovem queria levar os intestinos para um local adequado, com o principal objetivo de realizar um teste toxicológico para tentar comprovar aquilo que desconfiava. Segundo as autoridades locais, a mulher tinha um ar suspeito e foi por esse motivo que lhe foi solicitado que mostrasse todo o conteúdo das suas bagagens para as autoridades locais verem se a jovem transportava consigo alguma coisa suspeita.

A mulher conseguiu viajar sem quaisquer problemas do Marrocos para a Áustria sem ser detida no aeroporto onde pegou o avião para Graz, na Áustria.

Equipes médicas foram chamadas ao aeroporto de Graz para conseguirem analisar toda a situação e tirarem as suas conclusões sobre o caso. O Correio da Manhã afirma que os médicos que estiveram presentes no local onde a jovem foi detida chegaram à conclusão de que seria muito vantajoso para a investigação a presença do corpo inteiro do jovem marroquino e não apenas os seus intestinos embrulhados, em uma das bagagens da mulher.

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Segundo as informações recolhidas pelo site Notícias ao Minuto, os intestinos do jovem foram devidamente guardados em locais próprios para que possam ser corretamente analisados por especialistas para concluírem se realmente o homem morreu envenenado, como a sua mulher suspeita.

No entanto, a polícia austríaca já divulgou que a jovem que transportava os intestinos do seu marido não infringiu nenhuma lei.   #Casos de polícia #Morte