Informações de última hora, confirmadas pela NASA, afirmam que um imenso meteoro, com mais de 30 metros de comprimento, teria passado raspando pela órbita terrestre. De acordo com informações, o asteroide teria passado a uma distância equivalente a 80 mil quilômetros, o que equivale a um quinto entre a distância da Terra com a lua. O mais estranho é que ninguém, nem mesmo a #Nasa, conseguiu prever tal evento. A quase colisão foi registrada dias antes do lançamento da sonda OSIRIS-REX, avaliada em 800 milhões de dólares. O lançamento seu deu às 17h, desta quinta-feira (08), no Cabo Canaveral, na Flórida.

Na ocasião, a sonda deverá pousar no asteroide Bennu, considerado um dos últimos corpos celestes remanescentes desde a criação do nosso Sistema Solar.

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Acredita-se que ele possa fornecer algumas pistas sobre a criação da Terra. Sendo assim, a missão tem como propósito pesquisar o surgimento de recursos encontrados no Sistema Solar e também identificar as possíveis ameaças. A sonda deverá interceptar o asteroide Bennu que faz um percurso ao redor do sol semelhante com o percurso da Terra. Pelo fato de estar próximo de nós, faz com que o astro passe próximo a Terra uma vez  a cada seis anos .

Segundo astrônomos, este astro estaria passando tão perto da Terra, que os pesquisadores consideram que ele poderá atingir nosso planeta daqui a duzentos anos. Embora as possibilidades variam de uma para 2,7 mil vezes, de acordo com as leis de Kepler, que explica sobre movimentos planetários descrevendo astros celestes, incluindo asteroides ou cometas em rotas de colisão.

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Outro estudo a ser feito durante a missão é avaliar o fenômeno denominado Efeito de Yarkovsky. Para os pesquisadores, este fenômeno ao ganho de velocidade de um astro impulsionado pela luz do sol.  Para os pesquisadores, tal aceleração pode mudar sua trajetória agindo como uma espécie de propulsor alterando sua trajetória.

Dante Lauretta, um dos pesquisadores responsáveis pela missão, pretende descobrir qual a rota que Benny irá percorrer em um futuro próximo. Lauretta, diz que o asteroide poderá surpreender os astrônomos ao entrar em rota de colisão com a Terra. Mas, segundo ele, isso só poderá acontecer daqui há 160 anos. Após coletar alguns dados mais precisos em relação à sua forma entre outras características na superfície do asteroide, a NASA pretende pesquisar o evento Yarkovsky de forma mais detalhada, para tentar descobrir os riscos que o astro representa para o nosso planeta. #Entretenimento #Curiosidades