O Presidente venezuelano Nicolás Maduro passou por apuros nesse fim de semana. De acordo com informações de um dos jornais de maior credibilidade do mundo, o 'New York Times', o político foi tentar conversar com venezuelanos, quando foi surpreendido pela revolta deles. O povo o xingou de nomes impublicáveis. Algumas pessoas teriam sido detidas por se revoltarem contra o presidente. O protesto ocorreu na cidade conhecida como Villa Rosa, na ilha de Margarita, conhecida por receber turistas do mundo todo. Um vídeo publicado na internet por opositores do político ganhou grande repercussão. Ele tinha ido à região para inaugurar o complexo de habitações sociais.

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Nicolás Maduro esteve no local na noite deste sábado, 03, achando que sua presença seria o suficiente para acalmar o povo, mas pensou errado. De acordo com pesquisas, cerca de 72% dos habitantes do país reclama da falta de comida no último ano. E olha que as pesquisas de lá costumam ser manipuladas. Com isso, os números tornam-se ainda mais gritantes. A ilha turística que se rebelou contra o presidente da #Venezuela é conhecida pelos problemas de falta de água e também comida. O político até tentou resolver às pressas o problema, mas não resolveu. O medo de Maduro é ser deposto, como aconteceu recentemente com a ex-presidente Dilma Rousseff, no Brasil. 

Por conta da hostilização contra o político, trinta pessoas foram presas. Uma delas é um jornalista, identificado como Braulio Jatar, director do jornal online Reporte Confidencial.

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O motivo da prisão é que ele foi o primeiro a divulgar os vídeos da perseguição do político. Recentemente, o Ministro das Relações Exteriores do Brasil, José Serra, do PSDB, criticou a falta de democracia do país, lembrando que há muitos presos políticos há anos. Para Serra, a Venezuela não poderia presidir o Mercosul, já que não consegue controlar nem mesmo o próprio país. 

O presidente nega que seja ele nos vídeos, alegando que houve uma montagem.

 

Veja abaixo o vídeo com a manifestação feita por venezuelanos: