Os vários atentados ocorridos no Continente Europeu, aliado a enorme quantidade de refugiados que chegam aos países que compõem a União Europeia estão fazendo com que a Comissão Europeia adote medidas de controle em portos, aeroportos e fronteiras terrestres. A cada dia, mais medidas de controle são anunciadas e pretendem maior controle de cidadãos que viajam pelo bloco.

Crise Migratória

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial que a Europa não via tantos refugiados no continente. Aliado a isso, ataques terroristas na França, Espanha, Bélgica e Alemanha estão fazendo com que a fiscalização no Espaço Schengen seja reforçada, dificultando assim, a vida dos turistas brasileiros que pretendem visitar o continente.

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Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem

A Comissão Europeia anunciou que vai adotar um novo sistema que vai valer para todos os cidadãos de fora do bloco e que, até então, não precisavam de visto para entrar no Espaço Schengen. Isso inclui os cidadãos brasileiros. A Etias, sigla em inglês, pretende criar um banco de dados capaz de aumentar a segurança em países europeus.

Informações e Cobrança

Todos os viajantes que passarem por países que fazem parte da União Europeia deverão preencher, de forma online, um questionário. A ideia é que as informações fornecidas pelos próprios viajantes antes do embarque chegue até Bruxelas e, então, seja determinada se a pessoa pode ou não entrar na União Europeia e se oferece risco de segurança.

A Comissão Europeia não mencionou a cobrança de taxas, porém existe a possibilidade de uma taxa cobrada de 50€ para cada cidadão não europeu que quiser entrar na União Europeia.

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Outras Notícias

A quantidade de brasileiros recusados na Europa é a maior desde 2011. A causa, de acordo com a Frontex, pode ser a crise financeira no Brasil que está fazendo com que uma quantidade de maior de pessoas sem documentação busque uma nova vida fora do país. Atualmente o Brasil é o terceiro país com mais pessoas recusadas em países da Europa, ficando atrás dos Estados Unidos e da Albânia. Clique aqui e saiba mais. #Emprego pelo Mundo