O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, não gostou muito da atuação da Coreia do Norte ao demonstrar a sua capacidade bélica. Nesta sexta-feira, 9, o americano revelou que o país rival sofrerá “sérias consequências”. As informações foram dadas com destaque pelo site da Revista Veja. A ofensiva de Obama ocorreu depois que a ditadura coreana fez o anúncio do seu maior teste nuclear nos últimos tempos. Esta é a quinta vez que o país realiza esse tipo de teste, mesmo depois de a comunidade internacional ter feito críticas e ameças. 

Os Estados Unidos ficaram sabendo da ofensiva coreana através do monitoramento de atividades sísmicas feito pelos cientistas.

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Barack estava a bordo do Air Force One quando sua assessoria trouxe o relato das movimentações de terra que a explosão nuclear provocou. O anúncio a ele foi realizado por Susan Rice, assessora de segurança nacional. A forma como tudo foi contado para o presidente, que está às vias de uma nova eleição para a chefia do poder máximo dos #EUA, dessa vez apoiando outra candidata (Hillary Clinton), foi manifestada a jornalistas por Josh Earnest, que é o secretário de imprensa da Casa Branca.

De acordo com Josh, o presidente americano disse que o seu governo tem compromisso inabalável com a segurança da nação e que, para isso, contaria com a ajuda de países da Ásia. Os testes nucleares da Coreia foram feitos faltando dois dias para o aniversário do 11 de Setembro. Neste domingo o atentado terrorista contra o país, que é considerado o maior de todos os tempos em solo americano, completa quinze anos.

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A lembrança do terror acontece justamente quando o terrorismo parece forte em todo o mundo, não só com a Coreia e seus testes bélicos, mas também com a ação do Estado Islâmico. 

A chanceler da União Europeia, Federica Mogherini, disse que agora quer um posicionamento da Organização das Nações Unidas. Segundo ela, é necessário um posicionamento eficaz e firme.  “O caminho é claro e não há alternativa. A Coreia do Norte precisa respeitar as suas obrigações", disse.  #Barack Obama