A polícia matou um homem, de 29 anos, quando este tentava esfaquear um alegado estuprador. Foi precisamente no momento em que as autoridades policiais estavam detendo o suspeito pelo #Crime de violação, que o homem tentou a agressão, gritando: "você não vai sobreviver a isto". A polícia acabou atirando sobre o homem, que seria o pai da vítima de #Estupro, uma menina de oito anos. As autoridades alemãs estão investigando o incidente do tiroteio e também do estupro, que aconteceu em um campo de refugiados, em Berlim. 

Um homem paquistanês, de 27 anos, estava sendo acusado de ter estuprado uma menina de oito anos nesse campo de refugiados.

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Alegadamente, o homem teria atraído a menina para ir num parque, escolhendo um local mais escondido, onde teria consumado os abusos sexuais. A polícia já tinha tomado conhecimento de tudo isso e estava fazendo a detenção do homem, acusado do grave crime sexual. 

No entanto, no momento da detenção, o pai da menina, um iraniano de 29 anos, tentou fazer justiça pelas próprias mãos. De acordo com algumas testemunhas que estavam nesse campo, o homem teria corrido contra o homem, de faca na mão e falando que ele não iria "sobreviver". No momento do ataque, a polícia acabou atingindo mortalmente o pai da menina. O iraniano ainda foi levado para o hospital, mas acabou não resistindo aos vários ferimentos de bala que tinha pelo corpo. 

Entretanto, as autoridades germânicas já confirmaram que estão investigando os dois incidentes.

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O paquistanês continuará sendo investigado pelo crime sexual sobre a criança, mas uma outra investigação está já decorrendo, sobre esse tiroteio, que acabou vitimando o pai da alegada vítima do estupro.

Os policiais que estiveram envolvidos serão investigados para que fique confirmado se eles poderiam ou não terem evitado a morte desse homem. De acordo com a imprensa, os policiais não precisavam ter usado as armas de fogo, uma situação que pode acabar penalizando eles por uso excessivo da sua autoridade de policiais. 

Para já, a união da polícia alemã não confirma essa situação e fala que a investigação é um procedimento normal sempre que existe um tiroteio.  #Casos de polícia