A recente onda de palhaços assustadores nas ruas, que teve início nos Estados Unidos, e se espalhou por outros países, chegou a cidades da #Alemanha. Na última quinta-feira (20), ocorreram três ataques, dois na cidade de Rostock e um, na cidade de Wesel.

Na noite da última quinta-feira, um jovem de 19 anos foi agredido com um taco de beisebol por um homem que vestia a fantasia de '#Palhaço macabro', na cidade de Rostock, que fica no norte da Alemanha. O jovem teve ferimentos na cabeça e no braço. Também no último dia 20, um adolescente de 15 anos recebeu ameaças de um homem fantasiado que estava com uma faca, mas o garoto conseguiu escapar ileso.

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Ainda não há uma certeza de que os dois ataques foram feitos pelo mesmo agressor.

No oeste alemão, na cidade de Wesel, a vítima foi uma mulher de 48 anos, que foi atacada por uma pessoa mascarada que estava com uma motosserra, enquanto passeava com o seu cachorro. O agressor apareceu de repente saindo do meio de arbustos, e, após várias tentativas, não conseguiu ligar a ferramenta, a mulher saiu ilesa.

Na quarta-feira, já haviam ocorrido outros dois ataques, um na cidade de Bochum, onde o agressor fantasiado assustou crianças com idades entre 7 e treze anos em uma parte pouco iluminada do metrô. Também, no mesmo dia, na cidade de Gelsenkirchen, a vítima foi um homem de 33 anos, atacado por dois homens usando uma faca, e que fugiram do local usando uma mobilete.O primeiro 'palhaço macabro' teria aparecido na Alemanha, na cidade de Wesel, no oeste do país, em uma estação de trem, onde um homem armado e com fantasia de palhaço teria abordado dois homens que estavam no local.

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Segundo a polícia, esses episódios devem ocorrer com uma frequência ainda maior durante o #Dia das Bruxas, comemorado no final do mês de outubro. De acordo com Rainer Wendt, chefe do principal sindicato de polícia da Alemanha, o medo é de que esses ataques de pessoas fantasiadas de palhaços se tornem uma "moda horrível" e que se propague por outras cidade. Ele orienta que as vítimas chamem as autoridades e denunciem os ataques.