Se é bravata ou não, os especialistas em política e diplomacia internacional aconselham que é melhor não arriscar, mas fato é, que a ACNC - Agência Central de Notícias da Coreia veiculou na data de 29 de outubro, uma notícia no mínimo preocupante, de que se a Coréia do Norte for alvo de algum tipo de provocação, ameaça ou agressão, as forças militares armadas do país estão automaticamente apostas para rechaçar o acontecimento, promovendo o que as autoridades norte-coreanas chamaram de “ataque preventivo contra seus adversários”. Entenda-se por adversários principalmente os Estados Unidos e o seu principal aliado na Ásia, que é o Japão. 

A Coreia do Norte reclama e se manifesta pelo interesse vital de defender a qualquer preço a soberania da nação localizada na instável península coreana e pelo direito de existir, como qualquer outro país do Ocidente.

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No comunicado divulgado pala ACNC, há a advertência explícita para os líderes políticos japoneses, que se o estabelecimento das sanções nipônicas frente aos norte-coreanos prejudicá-los de algum modo, o Japão será o principal responsável por essa estratégia nociva e belicista na Ásia, mais especificamente voltada à Coréia do Norte. 

Por sua vez, o governo norte-americano de Barack Obama, para não perder a sua influência no tabuleiro das relações diplomáticas no contexto internacional, sinalizou a Pyongyang, capital do poder da Coréia do Norte, que independente de qual seja a medida tomada pelos norte-coreanos contra os aliados dos #EUA naquela parte do mundo, destacando-se o #Ataque nuclear, a ação resultará em uma "resposta instantânea e eficaz" das forças militares dos Estados Unidos

Paralelamente a esses acontecimentos, Shinzo Abe, que é o atual premiê do Japão, ordenou rapidamente que fosse feito um pacote de austeridades severas e sanções extras para confrontar a Coreia do Norte, na medida em que essa resolveu promover o lançamento na forma de testes, de armas nucleares no último dia 9 de setembro, sexta-feira, na região.  

Os próximos dias são aguardados com ansiedades pelas populações dos países locais envolvidos diretamente na disputa e pelos governos das grandes superpotências, que querendo ou não, poderão participar de alguma forma em mais uma frente de guerra declarada no mundo.

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