Natural de Canterbury (Inglaterra), o inglês Max Spiers, 39 anos, pai de dois filhos, foi encontrado morto, sentado em um sofá num hotel da Polônia, em julho passado. Ele teria ido ao país para palestrar sobre teorias da conspiração e ovnis, segundo informações do periódico britânico Daily Mirror, edição de domingo (16).

Embora fatalidades aconteçam, algumas circunstâncias relativas ao falecimento do pesquisador, tem induzido a família a crer que ele fora assassinado em decorrência do trabalho que estava exercendo. Conforme a jornalista Megan White (Mirror), poucos dias antes da misteriosa morte de Spiers, ele havia mandado uma mensagem via celular à mãe, em que dizia suspeitar que algo de ruim poderia acontecer a ele.

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“Se me acontecer alguma coisa, investigar”, dizia o sinistro recado.

De acordo com a mãe do rapaz, Vanessa Bates, 63 anos, o governo polonês omitiu a causa da morte de Spiers. Ela conta que as autoridades do país apenas disseram que ele havia morrido de causas naturais - apesar de nenhum exame post-mortem ou autópsia ter sido realizado no corpo.   

Vanessa, que três meses após o óbito do filho ainda desconhece o motivo da tragédia, alega que “muitos inimigos” queriam aniquilar Max, devido ao fato dele ter ganhado notoriedade ao investigar o acobertamento de UFOs por parte de vários governos. "Ele estava fazendo um nome para si mesmo no mundo dos teóricos da conspiração, e tinha sido convidado para falar em uma conferência na Polônia, em julho”, diz.   

O inglês, que estava morando nos Estados Unidos, era especialista em desvendar avistamentos de supostas naves extraterrestres acobertadas pelas autoridades de várias nações.

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Para a mãe do investigador, ele pode ter incomodado indivíduos perigosos com as pesquisas relacionadas a ovnis. "Acho que Max estava cavando em alguns lugares escuros e temo que alguém o queria morto", confidencia. Ela enfatiza o aspecto físico do filho. Segundo Vanessa, ele gozava de boa saúde e não apresentava sintomas de qualquer tipo de patologia. "Max era um homem muito oportuno que estava em boa saúde e, no entanto, ele aparentemente morreu de repente em um sofá”, observa.

Outro fator responsável por fazer os parentes desconfiar de assassinato diz respeito ao fato do governo da Polônia ter se recusado a enviar, à mãe do rapaz, qualquer informação acerca do óbito. "Eles estão se recusando a liberar qualquer papelada sobre isso para mim porque, absurdamente, eu não tenho a sua autorização por escrito", declara.

Família suspeita de envenenamento

A mãe do inglês acentua que um exame post-mortem foi realizado por um patologista, na cidade de Kent (Inglaterra), dois meses após o óbito de Max Spiers.

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Contudo, alega que até o momento o resultado ainda não saiu. Ela conjectura que o filho possa ter sido envenenado. “Aparentemente ele não tinha sofrido quaisquer ferimentos físicos óbvios, mas ele poderia ter sido lentamente envenenado, razão pela qual os resultados dos exames toxicológicos de seu post-mortem são tão importantes”, avalia.

Conforme escreveu no Facebook do pesquisador a usuária Jacqueline Lynch, Max teria vomitado sangue negro. Ela também alertou para o fato dos investigadores de ovnis terem cuidado ao pesquisarem o assunto. Apesar de não haver provas para corroborar a crença de que o ufólogo tenha sido assassinado, também não há evidências sobre a causa do óbito do rapaz que, no auge da carreira, morreu de forma repentina sentado num sofá, enquanto aguardava para palestrar sobre temas polêmicos envolvendo os governos e o acobertamento de ovnis.

Apesar de muitas dúvidas, existe apenas uma certeza: somente Spiers sabe o que exatamente aconteceu a ele ou nem isso. #Mídia #Curiosidades #Internet