Um furacão tem sido o temor de moradores os Estados Unidos, cerca de duas milhões de pessoas que moram em áreas litorâneas da Carolina do Sul, Flórida e Geórgia se viram obrigadas a sair de suas casas em busca de refúgio em outras cidades que possivelmente não serão atingidas pelo Furacão Matthew. A expectativa é que o furacão atinja hoje (6) a costa dos Estados Unidos e foi classificado como categoria 3, o que significa que os ventos serão com velocidade de até 210 quilômetros por hora e ainda poderá se tornar mais intenso no momento em que atingir a costa norte-americana, passando então a possuir ventos que atingirão incríveis 250 quilômetros por hora. 

Definitivamente todas as previsões indicam o perigo que esse furacão representa e como já fez muitas vítimas e devastou locais por onde passou, um exemplo dessa devastação ocorreu nas regiões do Caribe, principalmente no Haiti, Bahamas, Cuba, República Dominicana.

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Há também uma demasiada preocupação com os turistas que se encontram nestes locais, tendo em vista que uma catástrofe nessa intensidade, além de destruição imediatas, causam problemas a longo prazo, como falta de alimentos, água e ainda a propagação de doenças. 

A ONU (organização das Nações Unidas), já se manifestou pedindo o apoio de todos, com o envio de mantimentos, água, medicamentos para as áreas que já foram afetadas e autoridades pedem a evacuação de todos dos locais em que poderão e possivelmente serão afetados por essa catástrofe. 

Algumas horas atrás o presidente Barack Obama pediu para a população que não se mantivesse nessas áreas que estão sob alerta, a fim de evitar que mais pessoas sejam vitimadas pelo Matthew, e outros ainda se manifestaram afirmando que, os comércios e casas eram coisas que podiam se construir novamente, que com certeza poderiam ser reerguidos e restabelecidos, e que o bem maior agora e o que merece todo cuidado é a vida.

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Assim, é notado que há uma grande preocupação com aqueles que já enfrentaram a catástrofe e também a proteção daqueles que podem se livrar dela, e está tendo uma ampla divulgação, para que as pessoas se conscientizem que não há o que fazer numa situação como essa e que o que prevalece agora é a proteção da vida de todos, a fim de minimizar as consequências da fúria da natureza

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