Marcadas para começar na quinta-feira (27), as conversas sobre a paz do governo colombiano com o Exército Libertador Nacional (#ELN) acabaram tendo seu início adiado pelo presidente da #Colômbia, Juan Manuel Santos.

De acordo com o chefe de estado, as conversas só serão retomadas após a libertação do ex-parlamentar Odín Sanchez, que se entregou ao grupo guerrilheiro em abril deste ano como moeda de troca por seu irmão, o ex-governador Patrocínio Sanchez, que se encontrava doente e estava em posse do ELN desde 2013.

Para o ministro da Agricultura colombiano, Juan Camilo Restrepo, encarregado do governo para liderar a negociação, as bases firmadas para o acordo eram bastante precisas e incluíam a libertação de Sanchez.

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Em declaração à imprensa, Restrepo reforçou que esse ponto é essencial para que o diálogo possa ser retomado e espera que o ex-deputado seja libertado até o dia 3 de novembro, data em que deverão se iniciar formalmente as tratativas de paz.

Em comunicado, o Exército Libertador Nacional disse não concordar com a decisão do presidente colombiano e pretende agendar novas negociações em breve. Para mediar a situação, a Cruz Vermelha e a Igreja Católica se empenham em tratar do resgate do refém. Segundo as últimas informações, o ELN afirmou que a liberação de Sanchez está a caminho.