O #Estado Islâmico continua a espalhar o medo nos corações dos residentes no Iraque e na Síria. Recentemente, o grupo executou 45 civis, capturados em suas ações de guerra, acusados de apostasia. Sendo a renúncia à fé islâmica um #Crime punível com a morte em cerca de 13 países muçulmanos, o autoproclamado "Califado" juntar-se-ia a este número se fosse reconhecido oficialmente como um estado. No entanto, o ISIS tem sido conhecido por acusar as pessoas de apostasia só porque se opõem ao seu regime brutal e torturante.

De acordo com o portal de notícias al-Sufi, foram executados 45 civis na segunda-feira (3), depois de um tribunal religioso (aplicando a "sharia") ter condenado os indivíduos por renunciar ao Islã, pois teriam violado suas regras estritas, tal como a "sharia" é interpretada no Estado Islâmico.

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"A corte de Sharia condenou as vítimas por apostasia e ordenou a seus oficiais para executá-los", relatou um ativista de mídia local.

De acordo com o Hassan al-Sufi , os 45 homens foram mortos no distrito de Al-Hawija, na província de Kirkuk, no Iraque, região controlada pelo grupo terrorista desde do mês de junho de 2014. A organização terrorista é conhecida por executar publicamente suas vítimas usando vários métodos brutais, para intimidar aqueles que vivem dentro de suas fortalezas e desencorajar a dissidência ou rebelião contra suas leis.    

Segundo o portal de notícia local, embora o ISIS queira intimidar suas populações, o grupo não quer que notícias das execuções vazem na mídia, para que as pessoas ao redor do mundo não saibam tudo o que se passa em seus territórios. O grupo terrorista tem feito esforços concentrados para assassinar jornalistas e ativistas de mídia local, que informam sobre os abusos dos direitos humanos por si perpetrados.

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Esta semana, o Estado Islâmico divulgou uma lista de "Top 10" de vídeos de execução em massa, onde aparecem seus militantes executando seus prisioneiros, das formas mais horrendas que se possa imaginar. 

Vale lembrar que a organização terrorista, concentrando suas ações militares no Iraque e na Síria, se assume como um movimento mundial, e o Brasil não escapou a sua declaração de guerra, dirigida a "lobos solitários" que pudessem cometer ataques terroristas. #Terrorismo