A teconologia pode ser boa e ruim ao mesmo tempo. Graças à ela, vidas são salvas e crimes são descobertos. A velha máxima de quem deve, não teme, continua a valer. Atualmente, vivemos em um imenso 'Big Brother Brasil'. Câmeras estão espalhadas por todos os lados. Do computador ou celular que você usa para ler essa matéria, até à uma geladeira, acredite, tudo pode ter uma câmera embutido. Nas ruas, o mesmo, para a segurança da população e na tentativa de se prevenir ações criminosas, câmeras são colocadas em pontos estratégicos. Tudo é registrado 24 horas por dia e qualquer atitude suspeita gera uma iniciativa policial, que presencialmente chega ao local para descobrir, o que de fato, acontece. 

As imagens gravadas acabam servindo de provas para as ações criminosas e quem é flagrado acaba "ferrado".

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Até mesmo em escolas, nas casas e em restaurantes se pode estar sendo vigiado. Por isso, é melhor pensar duas ou três vezes antes de iniciar uma aventura, não necessariamente criminal. Muita gente gosta de fazer seco em lugares "perigosos", onde podem ser flagrados por outras pessoas. Elas argumentam que isso é bastante excitante. Vai entender, né? 

O problema é que esse "#sexo perigoso" acaba revelando flagrante surreais. Vira e mexe, situações do tipo acabam virando reportagens muito acessadas. Afinal, esse é um tema que está relacionado com todos nós. Para nascermos, no geral, foi necessário ter uma relação sexual. Nada, no entanto, é mais curioso que um caso que foi revelado nessa semana na Tailândia. Um cliente  tinha ido a um restaurante local, chegou a pedir a conta, mas antes de ir embora transou com a garçonete.

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A paixão entre os dois, aparentemente, foi imediata. 

A moça não se preocupou em perder o emprego. Ela deixou o cliente ficar no local até que o restaurante fechasse, quando iniciou as atividades. O problema é que um colega chegou e viu tudo. Além disso, em vídeo polêmico, os dois foram expostos e as imagens acabaram viralizando por todo o planeta. A moça perdeu o emprego.  #Crime