Apesar do auge da chuva de meteoros Orionidas, que é derivada dos detritos do cometa Halley, ter ocorrido na semana passada, alguns meteoritos ainda poderão ser observados entrando na atmosfera terrestre até 7 de novembro.

Dessa vez, os moradores de Artyomovsk, cidade situada na Rússia central, foram agraciados com o surgimento de um corpo celeste - possivelmente oriundo do Orionidas -, que iluminou a noite do município com um intenso brilho verde.

O evento, filmado no início da semana, foi captado por meio de uma câmera interna acoplada a um carro, popularmente conhecida como dashcam, de acordo com informações do periódico inglês Daily Mirror, edição de quarta-feira (26).

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Ao assistir o vídeo, é possível notar a existência de vários veículos trafegando na rodovia da cidade durante a noite. Em determinado momento, sem aviso prévio, um brilho distante começa a ganhar intensidade até aumentar de tamanho e desaparecer no horizonte, próximo aos motoristas da auto-estrada.  

Embora o local exato da queda do objeto seja desconhecido, a imprensa russa acredita que a rocha incandescente tenha caído perto ao lago Baikal, na Sibéria.

No entanto, o jornalista Ross Logan (Mirror) conta que, devido à paranoia da população de uma possível guerra nuclear, anunciada com frequência nas emissoras russas, uma agência de notícias do país chegou a afirmar, inicialmente, que o belo fenômeno celeste era, na verdade, um hipotético ataque nuclear.

Recentemente, o presidente russo Vladimir Putin apresentou ao mundo o míssil atômico mais destrutivo conhecido pelo homem.

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Apelidado de ‘Satã 2’, o artefato, que tem capacidade para carregar até 16 ogivas nucleares, foi exibido nesta terça-feira (25).

Além do equipamento ser capaz de exterminar qualquer ser vivo num território do tamanho da França, ou do estado do Texas (EUA), ele também foi projetado com tecnologia antirradar, conhecida como stealth.

Devido ao crescente aumento das tensões entre os Estados Unidos e a Rússia, que brigam em lados opostos na guerra da Síria, que já dura mais de cinco anos, o medo de uma possível guerra nuclear tem se intensificado entre as autoridades do Ocidente.

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