Uma madrasta foi pegar a enteada, de seis anos, mais cedo na escola e o que ela fez não tem explicação. A última informação que se tem da menina viva é exatamente essa, que ela deixou a escola na companhia da madrasta. Depois, existe o relato de uma testemunha que teria visto tudo, com a polícia confirmando ter encontrado a pequena Reem Al Rashidi, com a garganta cortada, em um lugar mais remoto. Foi essa testemunha que ligou para a polícia e tudo está apontando para a madrasta como a culpada por um dos crimes mais horríveis, como está revelando a investigação da polícia de Al Ahsa, na Arábia Saudita. 

De acordo com as primeiras informações, a madrasta teria brigado na escola para conseguir que deixassem a menina sair mais cedo.

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E teria mesmo usado uma carteira de identidade da família, tentando se passar como a verdadeira mãe da menina. Certo é que os seguranças deixaram a menina sair, na companhia dessa mulher. Depois disso, Reem não voltaria a ser vista com vida. Se desconhece, no entanto, se já existiriam alguns problemas entre a criança e essa mulher que pudessem ter deixado prever esse #Crime.

Depois de abandonar a escola, de carro, a madrasta, cuja identidade não está sendo revelada pela imprensa saudita, teria levado a menina para um lugar mais escondido e remoto. Apesar de ter tido esse cuidado, uma testemunha acabou assistindo o crime macabro e contado para a polícia que viu a mulher "cortando a garganta da menina" com uma faca que teria escondido em suas roupas. A testemunha teria ainda tentado alcançar a mulher, que acabaria se escondendo por entre casas próximas. 

Quando a polícia, que foi alertada precisamente por essa testemunha, chegou ao local do crime, apenas encontrou o corpo da menina, deitado sobre uma poça de sangue e já sem vida. A polícia acredita que a menina teve morte imediata pela profundidade do ferimento. 

A fuga da madrasta durou pouco e, mais tarde, a polícia conseguiu fazer a detenção dessa que é, para já, a principal suspeita por esse crime macabro.

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A mulher, que teria por volta dos 30 anos, vai responder pelo homicídio da menina.  #crianças #Casos de polícia