A atitude de uma mãe causou revolta nas redes sociais e até já está sendo investigada pela polícia que está averiguando o fato dela ter acorrentado a filha, de apenas 8 anos de idade. A menina não foi à aula de mandarim e como castigo, ao invés de um puxão de orelha, ou ficar sem acessar a internet, ela acabou foi acorrentada em um poste.

Na última quarta-feira (26), na cidade de Kuala Lumpur, capital da Indonésia, as pessoas que passavam pelo local se depararam com uma menina, de uniforme escolar, tendo a perna presa com uma corrente e a outra ponta amarrada a um poste. Alguém resolveu tirar uma foto e compartilhá-la nas redes sociais e logo a imagem já estava sendo vista por pessoas do mundo inteiro, que ficaram indignadas com a covardia daquela mãe.

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Logo as autoridades locais começaram a receber uma quantidade enorme de denúncias e tiveram que tomar uma providência. A mãe não estava por perto, pois ela acorrentou a filha em um poste localizado em um estacionamento da cidade e foi embora, deixando a criança lá, presa, sem sabe o que fazer.

Algumas pessoas tentaram soltar a criança, procuraram arrebentar a corrente, tirá-la do poste, ou da perna da menina, mas em vão. A mãe acorrentou muito bem a filha e somente quando a polícia chegou é que a criança pode ser libertada. Presa ao poste, a menina ficou o tempo todo assustada, com uma expressão de pânico ao seu rosto e em silêncio via as pessoas se aproximando para tentar ajudá-la.

A criança ficou imóvel o tempo todo, como se estivesse em estado de choque, pois ela ficou lá por mais de uma hora.

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A polícia já identificou a mãe que teve a coragem de ter tal atitude com a própria filha. A mulher de 30 anos já foi encaminhada para a delegacia onde prestou depoimento e agora a Justiça irá determinar o futuro dessa criança, pois muitos acham que ela não pode voltar para casa, correndo o risco de sofrer um castigo ainda mais severo.

Mohammad Azlin Sadari, porta-voz da polícia local, informou que o caso continuará sendo investigado, pois a mãe já foi liberada e a criança está bem, mas a preocupação maior agora é quanto ao futuro da menina. #Crime #Violência #Casos de polícia