Becka Robinson nasceu com uma grave condição cardíaca. Tinha apenas metade de seu coração, ou seja, somente um ventrículo, e inúmeras dificuldades para superar. Com medicação, tratamentos e cirurgias, foi sobrevivendo e superando algumas expetativas mais negativas. Com 14 anos, sua vida mudou quando recebeu um transplante e, dez anos depois, foi surpreendida com o nascimento de Macie, uma bebê "fantástica". 

Depois de ter lutado contra todas as chances pela sua sobrevivência, Becka mal consegue acreditar que ela mesmo conseguiu colocar uma outra vida no mundo. Foram 24 anos de luta, até chegar aqui. Está em casa tomando conta da pequena Macie, de seis semanas, e sua vida nunca fez tanto sentido. 

Tudo na vida de Becka, de 24 anos, tem sido um desafio.

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Mal nasceu, começava sua luta, por sua má formação cardíaca. Os tempos foram passando e, com 14 anos, os médicos tentavam um tratamento invasivo, que conseguisse fortalecer seu único ventrículo, para que ele conseguisse cumprir todas as funções do coração. No entanto, a cirurgia correu mal, e a única chance de Becka seria um transplante de coração. Ou isso, ou ela morreria. 

Com apenas 14 anos, Becka continuava entre a vida e a morte, mas os médicos encontrariam mesmo um dador compatível, e o transplante aconteceu mesmo. Novamente, nada correu como planejado. Assim que acordou, Becka estava paralisada e não estava reconhecendo ninguém. A jovem era alérgica a anestesia, o que provocou todas essas complicações. 

Com fisioterapia e com o tempo, Becka foi recuperando e alguns meses depois, regressou a casa.

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Começou aí uma vida mais normal, mas sempre com acompanhamento médico e fazendo medicação.

Até que, em dezembro de 2015, recebeu a melhor das notícias: se tornaria #mãe. Como tudo na vida dessa mulher, a gravidez também não foi fácil. Sofreu várias complicações, por causa de sua condição de saúde e, pelas 33 semanas de gestação, Macie teve que nascer, antes de tempo. A menina passou os primeiros onze dias de vida, em cuidados especiais. Da mãe, herdou um sopro no coração e estenose pulmonar. Apesar disso, a bebê está crescendo bem e é "uma bebê sempre sorrindo", garante essa mãe, vivendo seu ano mais feliz.  #Bebê #Família