Rene Lopez, de 41 anos, foi condenado nesta última sexta-feira, dia 21, a 1.503 anos de prisão por estuprar a filha por várias vezes. A Justiça dos Estados Unidos definiu a pena para um dos crimes mais chocantes dos últimos tempos. A procuradoria foi quem solicitou a condenação e o juiz acatou, vindo a determinar uma pena que passa a ser a maior de todos os tempos, na Corte Superior no município de Fresno, na Califórnia.

O júri chegou a culpar o sujeito por quase 200 crimes de assédio sexual, sendo que a grande maioria foi por #Estupro de menor. A procuradora Nicole Galstan revelou que o primeiro estupro sofrido pela adolescente foi cometido por um homem que era considerado amigo da família.

Publicidade
Publicidade

O pai, ao invés de tomar providências para a proteção da filha, quis foi transformá-la em sua propriedade e começou a estuprá-la também, satisfazendo assim, os seus desejos.

De 2009 a 2013, estima-se que a jovem foi violentada, pelo menos, 3 vezes por semana e só não continuou assim porque a garota decidiu abandonar o pai, que ainda tentou convencê-la a voltar para casa, a presenteando com músicas românticas. Uma vez a jovem chegou a engravidar, mas o pai a obrigou a fazer o aborto e ainda disse que ela era uma garota corajosa, por ter aceitado a "tirar o filho".

Em novembro de 2013, a polícia prendeu o estuprador, depois que a filha fez a denúncia através de uma ligação. A corte tentou fechar um acordo com o sujeito, para que ele assumisse a culpa e assim sua pena seria de 22 anos, só que ele não aceitou e alegou que deveria estar solto.

Publicidade

Depois, o pai escreveu uma carta para o juiz afirmando que tudo aquilo não passava de um boato e que sua filha era uma mentirosa.

O juiz não se convenceu e, na sentença, ele afirmou que o pai abusou da posição de confiança que tinha para abusar sexualmente da filha e que ele era um "sério perigo para a sociedade". Outro fator que pesou na decisão do juiz, é que ele nunca viu o réu se mostrar arrependido de ter estuprado a própria filha.

A  garota não teve seu nome revelado e agora terá que continuar com o tratamento psicológico para conseguir recomeçar a vida. #Crime #Casos de polícia