O filósofo alemão Karl Marx escreveu, certa vez, que “a #Religião é o ópio do povo”, o que causa, até hoje, bastante controvérsia nos meios acadêmicos e religiosos em geral. Apesar de maus exemplos de inúmeros indivíduos que professam uma religião qualquer pelo mundo, como aqui mesmo no Brasil, não se pode dizer que a religião em si, não traz alguma espécie de benefício aos que professam usa-la como forma de conexão com Deus ou um Ser Criador inteligente. Por outro lado, não é bem assim que pensa o partido comunista da #China, o qual decretou leis muito severas em relação aos cristãos que por lá existem, caso esses não se submetam totalmente aos ditames do Estado chinês.

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O próprio presidente Xi Jinping advertiu que todas as religiões têm que a partir deste momento, se tornar algo como uma extensão do partido comunista. 

As adjacências do norte de Pequim são as áreas mais pobres na capital, onde residem migrantes trabalhadores de todos os cantos do país continente, sendo que o Estado se faz pouco presente em tais localidades; porém, é o local onde as igrejas crescem mais rapidamente em quantidade. 

Jornalistas australianos depois de uma cansativa negociação conseguiram falar com Wang Zeqing, que é um pastor autodidata e também agricultor, que encara as duras leis governamentais chinesas como um novo desafio para os cristãos, mas que em nenhum momento pretende abandonar a sua fé. O religioso revelou ainda que há centenas, senão milhares dessas igrejas por toda a Pequim, elas estão localizadas em parques, casas, escritórios, porões e sótãos, longe das vistas das autoridades. 

Diante desse contexto adverso, o Estado poderá contratar e demitir os representantes espirituais das igrejas, alterando inclusive as doutrinas bíblicas para fazer com que os locais de adoração sirvam melhor aos objetivos do partido chinês, causando um profundo mal estar no senhor Wang, o qual reiterou que Jesus Cristo é a única crença dele e o mesmo só é leal para com Jesus Cristo. 

Os fieis em nenhum momento da entrevista quiseram revelar os seus nomes completos ou endereços até porque nos últimos dois anos, as autoridades chinesas demoliram inúmeras construções religiosas e encarceraram os cristãos. 

De qualquer modo, alguns explicam que há uma boa razão do partido comunista da China se sentir ameaçado pela religião “ocidental”, já que se acredita que há 100 milhões de cristãos no país, número superior a quantidade de membros do partido comunista local.

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#Política