Desde o início da crise recente, em março de 2015, o sistema de saúde do país foi gravemente afetado, conflitos contínuos e as restrições de importação influenciaram diretamente a sua capacidade de oferecer medicamentos vitais para as instalações de saúde que ainda funcionam. 

Uma organização Humanista MSF (Medico Sem Fronteiras), fez um apelo para que organizações internacionais se mobilizem e apoiem esses centros, pois os pacientes com insuficiência renal enfrentam uma condição que coloca suas vidas em perigo. Nos primeiros cinco meses de 2016, foram registrados diversos casos de desnutrição por mês no hospital de Al-Thawra, na cidade de Hodeidah.

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Estima-se que, nesse mesmo período, uma criança tenha morrido a cada dois dias em decorrência de carências nutricionais.

Pelo menos quatro mortos e dezenas de feridos, foi o saldo de um bombardeio na sexta feira no #iêmen, o alvo do #Ataque foi o local onde era realizado um funeral do oficial da milícia, que morreu na semana passada em confronto com as forças rebeldes. O reino unido vai pedir um cessar fogo imediato em um projeto de resolução que vai apresentar no conselho de segurança da ONU, onde também é pedida uma ajuda Humanitária. O conflito no Iêmen o país mais pobre do #Mundo Árabe, deixou 6.885 mortos, sendo que a metade é civil, segundo números da ONU.

Na semana passada mais de 150 pessoas morreram em bombardeios no Iêmen, foram mais de 500 feridos, quarto ataques atingiram a capital Sanar,quando uma multidão acompanhava o funeral do pai de um Político, que pertencia ao grupo rebelde de minoria Hutis, testemunhas acusaram a coalizão liderada por Arábia Saudita, que negou a autoria, há um ano e meio os sauditas lutam ao lado do governo neposto pra retomar o poder no país.

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Em 2015 o hospital dos médicos sem fronteira, deixando 11 mortos e 19 feridos,  a Arábia saudita assumiu a autoria, mesmo em meio a esse transtornos com 1/3 do hospital destruído, os feridos receberam atendimento imediatamente,  o ataque aconteceu após a MSF acusar a coalizão de matar 10 crianças numa escola na província rebelde do norte iemenita.