Marnie Brace está com 21 semanas e é a bebê inglesa mais nova na lista de espera por um #Transplante de coração. A menina sofre de um grave problema cardíaco, que foi diagnosticado quando ainda estava na barriga da sua mãe. Marnie tem passado praticamente toda sua vida internada em um hospital, mas está em risco de vida. A menina poderá não sobreviver até os dois anos em caso de não ser encontrado nenhum dador compatível. 

Doação de órgãos

A doação de órgãos é muitas vezes complicada, mas o caso é bem mais sério quando se trata de crianças. Por exemplo, o caso de Marnie, que se sabe que iria precisar de um transplante de coração, quando sua mãe estava ainda na 31ª semana de gestação.

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Foi ainda durante a gravidez que os médicos detectaram um problema no coração da bebê. O problema da menina é que as paredes do coração são muito mais espessas do que o normal, limitando a sua capacidade para bombear o sangue. 

Depois do nascimento, a menina foi sempre muito acompanhada no hospital de Londres, e no final do décimo dia, recebeu alta hospitalar. No entanto, a criança começou a piorar, e após algumas semanas, teve que ser internada novamente, uma vez que não estava se alimentando direito. Desde aí, não voltou a sair do hospital, e está, agora, aguardando por um dador compatível. Para já, ainda não apareceu nada. 

Mudança de lei sobre doação de órgãos

O caso de Marnie, uma bebê que poderá não sobreviver se não for encontrado um dador nos próximos meses, está relançando o debate sobre doação de órgãos infantil.

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Em média, na Inglaterra, estão se fazendo somente entre um a dois transplantes em crianças por ano. E é fácil de entender o pouco sucesso nestes casos. Dificilmente um pai ou uma mãe coloca seus filhos, #Bebês, em uma lista para que possam ser doadores de órgãos caso aconteça alguma coisa de mal para a bebê. 

Por essa razão. os pais de Marnie estão apelando para que seja feita uma alteração na lei. Caso aconteça, já não daria para Marnie, mas sim para outras crianças no futuro. Os pais da bebê pedem para que as pessoas sejam automaticamente doadoras de órgãos, a não ser que peçam para não o serem. Assim, logo após o nascimento, as pessoas seriam todas doadoras de órgãos, aumentando muito o sucesso dos transplantes.  #Saúde