Um caso está chocando a internet e dando o que falar em todo o mundo. Isso porque um garoto de apenas dez anos de idade luta pela vida após boa parte de seu corpo ser queimado por outras crianças. De acordo com uma reportagem publicada nesta quinta-feira, 06, pelo jornal carioca 'Extra', o menino teve 20% do corpo queimado por gasolina. Ele foi identificado como Kayden Culp. A vítima foi atacada por outro garoto, que jogou gasolina sobre o corpo da criança. Tudo foi uma brincadeira bastante da sem graça, que agora pode acabar com a vida do garotinho. O caso acontece no último fim de semana. 

A mãe de Kayden, Trysten Hatchett, explicou que o que tem causado mais problemas para o menino é o fato dele estar sofrendo muito com as infecções e que a dor somente não era maior porque ele estava sob o grande efeito de muitos medicamentos.

Publicidade
Publicidade

Remédios esses que ajudam a criar uma maior estabilidade. A mãe da criança disse que o foto atingiu a parte de cima do corpo de seu filho e que até as orelhas dele foram queimadas.

Em entrevista ao jornal 'Chronicle Houston', ela contou o seu triste relato, falando que Kayden sofria muito bullying entre as crianças, mas que é um garoto especial, parecido com as outras crianças. "Ele é agitado e gosta de se divertir", disse a mãe do menino. Segundo ela, a vítima sempre foi hostilizada pelos garotos que foram responsáveis for incendiarem ela, mas que mesmo sendo motivo de piada, preferia manter a amizade e tentar continuar brincando. O comportamento pacífico do garoto acabou fazendo com que os outros meninos aumentassem o bullying. 

Agora a mãe precisa de ajuda para cuidar do seu filho, até mesmo monetária.

Publicidade

Isso porque, diferente do Brasil, nos Estados Unidos, a saúde é paga, até mesmo a pública. Por isso, ela angaria fundos. O menino está se alimentando por meio de sondas, que ajudam a fazer o suporte de sua vida. Ele continuará no hospital até que melhore. O garoto tem outros três irmãos e a mãe precisa sustentar todos eles, mesmo afastada do trabalho. Nos Estados Unidos, a maioria dos empregos pagam por hora.  #Crime #Investigação Criminal