O tribunal de Buckinghamshire, na Inglaterra, esteve julgando o caso de Kaushal Gandhi, um homem que sofreu um terrível #Acidente quando teria perdido o controle do seu Skoda Octavia. Antes de bater, este indiano teve ainda tempo de fazer uma chamada de emergência e o seu acidente foi escutado pelos policiais que estavam tentando auxiliar o empresário de 32 anos. Alegadamente, Kaushal ficou sem conseguir mexer no #carro, que teria entrado em 'controle de cruzeiro', com a velocidade subindo sempre, até a batida. Quando o carro bateu contra um caminhão, o carro seguia a 190 km/h e o impacto foi fatal.

Em tribunal, a marca Skoda tentou se defender das acusações, que apontavam erros no carro como responsáveis por esse acidente horroroso.

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Porém, a investigação não concluiu qualquer responsabilidade para a marca e fica a dúvida para saber o que causou o acidente.

Quando Ghandi ligou para a emergência, ele deu conta que não estava conseguindo controlar o seu carro e também contou em que estrada estava dirigindo. Inicialmente, ele falou que o mostrador dizia que o carro seguia a 120 km/h, mas que ele estava sentindo que estava bem mais rápido do que isso. Estava tentando reduzir a velocidade, mas o carro simplesmente não respondia. O policial que estava falando com ele, por telefone, perguntou ainda se ele estava conseguindo "usar suas engrenagens", e ele respondeu que estava "tentando". No entanto, o carro não parava em ponto-morto e a única coisa que ele conseguia assim que pressionava o botão era "escutar um barulho".

Ghandi ainda explicou que achava que era uma avaria técnica, que o carro ficou bloqueado quando ele alterou o modo do esportivo para o normal.

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Depois de isso, o carro não tinha mais respondido. O choque foi tão violento que o carro entrou direto debaixo da traseira do caminhão e o homem ficou decapitado, morrendo na hora.

Martin Clatworthy foi o especialista que esteve analisando os restos do carro. Muitos dados se perderam com a força desse impacto, mas o homem acredita que haviam informações suficientes para provar que "nos cinco segundos antes da colisão, não houve erro com os sistemas elétricos" do carro. Da autópsia de Kaushal Gandhi, ficou claro que o homem não tinha tomado qualquer substância que alterasse sua capacidade para dirigir e o legista recusou qualquer sugestão que indicasse que ele tinha se atirado contra o caminhão de propósito.

O caso ficou, então, sem resolução aparente, uma vez que não existem provas para as falhas no carro apontadas pela vítima antes do acidente. #Casos de polícia