Com a vitória nas eleições presidenciais norte-americanas do polêmico candidato republicano, #Donald Trump, o mundo entrou em choque, tanto o mercado financeiro, como alguns dos maiores líderes políticos mundiais. A histeria causada pela eleição do futuro presidente dos Estados Unidos também atingiu cidadãos comuns, que receiam sobre o rumo que o mundo irá tomar com uma figura tão peculiar, para dizer o mínimo, à frente da maior potência mundial.

Nas primeiras 24h após a oficialização do resultado, alguns pontos já ficaram claros que devem ser afetados, outros são meras especulações. Ao certo apenas que Donald Trump como principal chefe de estado mundial deve dar uma reviravolta nos rumos do globo.

Publicidade
Publicidade

América Latina

Um dos principais alvos durante a campanha do candidato republicano, a América Latina acordou ressabiada após a vitória de Trump. Cuba e México devem ser os principais alvos iniciais do futuro presidente, caso ele resolva por em prática tudo o que prometeu em campanha. Em primeira instância, o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, afirmou que já conversou com Trump e marcaram uma reunião para discutir a relação entre os países.

Três das propostas sobre imigração do republicano eram: a construção de um muro na fronteia EUA/México, o fim do Tratado de Livre Comércio e a expulsão de imigrante. Caso as propostas sejam mesmo realizadas, o impacto na economia mexicana deve ser brutal.

Com relação à Cuba, a questão é mais complexa. Periga que o futuro presidente queira retomar o embargo econômico sofrido pela ilha e volte a cortar relações com o país governado pela família Castro.

Publicidade

Porém, uma questão primordial sobre a tensa relação entre as duas nações é que o responsável por ditar o futuro entre os dois países é o Parlamento. De maioria republicana, partido de Trump, ainda não se sabe qual será a relação entre o presidente eleito e o Parlamento. Vale ressaltar que Trump não era a pessoa mais bem quista dentro do próprio partido.

Europa

Uma possível aproximação de Donald Trump e Vladimir Putin - EUA e Rússia - causa calafrios em boa parte da Europa. O presidente russo e o presidente eleito norte-americano já demonstraram nutrir uma certa admiração, por assim dizer, um pelo outro.

Um dos principais focos de conflitos na Europa envolvendo a Rússia é a região da Crimeia, anexada por Putin em 2014. Antes de ser anexada pelos russos, a região fazia parte da Ucrânia, país que faz fronteira com a gigante europeia. Em constante tensão na região, o presidente ucraniano, Petro Poroshenko, já afirmou hoje esperar a continuidade do apoio norte-americano na disputa.

Dólar

A vitória de Trump deixou o mercado financeiro em êxtase e causou um alvoroço nas bolsas pelo mundo, que caíram imediatamente após o anúncio oficial.

Publicidade

Com o dólar a situação foi diferente. A moeda-norte americana começou o dia em alta. A expectativa do mercado é que esse viés crescente seja breve e depois a moeda deva se estabilizar em R$3,30. Já para o próximo ano, quando Trump assume oficialmente, tudo irá depender de qual discurso ele irá adotar: a metralhadora ambulante que foi durante a campanha ou a fala apaziguadora no discurso da vitória, quando afirmou que irá governar para todos. #Dentro da política #Eleições EUA 2016