No início desse ano em Moscou, Rússia, uma babá de 39 anos chegou a fazer ameaças terroristas segurando a cabeça de uma criança, uma menina de apenas 4 anos. O caso chocou o mundo inteiro, mas agora todos ficam novamente estarrecidos ao saber que essa mulher não vai ser presa porque conseguiram provar que ela sofre de vários problemas psiquiátricos, o que levou muitos a discordarem, mas a decisão da Justiça foi cumprida.

Gulchejra Bobokulova, ao invés de ser levada para a prisão, foi encaminhada para um hospital psiquiátrico onde deu início aos tratamentos. Os médicos irão fazer uma bateria de exames e ela será submetida a vários testes e, caso seja comprovado que ela está bem, então ela será julgada, mas se os médicos confirmarem que ela é uma doente psiquiátrica e precisa é de tratamento, então continuará internada.

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A babá que decapitou uma menina de 4 anos é do Uzbequistão e disse que quem mandou cortar a cabeça da criança foi Alá e ela só estaria cumprindo ordens, nada mais que isso. Mais tarde, ela chegou a alegar que arrancou a cabeça da menina porque queria se vingar de todos os muçulmanos que foram assassinados durante os ataques aéreos do Kremlin, que atingiram a Síria.

A mulher estava com a menina em um apartamento quando decapitou sua cabeça. Em seguida, a babá saiu pelas ruas, segurando a cabeça ensanguentada da criança e dizia que tinha bombas pelo corpo, podendo explodir com tudo a qualquer momento, levando pânico por onde passava.

A Justiça optou por submeter a babá assassina a um tratamento médico obrigatório ao invés de prendê-la, mas não é uma decisão final e ela continuará sendo avaliada enquanto estiver internada na clínica psiquiátrica.

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Anastasia Meshcheryakov tinha apenas 4 anos de idade. Após a babá matar a criança, ainda colocou fogo no apartamento.

A babá chegou a enviar uma mensagem para a mãe da menina assassinada dizendo: "Perdoe-me, eu estou gravemente doente". Ela deixou o Uzbequistão e foi morar na Rússia onde conseguiu emprego de babá e não levantou nenhuma suspeita. #Tragédia #Crime #Casos de polícia