Os #EUA de fato compõem uma das nações mais importantes e significativas no âmbito das esferas política, econômica, militar e cultural em todo o mundo; tanto é assim, que bastou a surpresa da vitória do candidato pelo partido republicano Donald Trump para presidente daquele país, que o cenário mundial passou a assumir novos contornos nas relações diplomáticas entre as nações. Não se sabe ainda se de forma positiva ou nem tanto, onde só o tempo poderá fornecer as respostas que muitas pessoas anseiam em saber, pois acreditam que a própria sobrevivência da espécie humana está diretamente relacionada ao estabelecimento de uma relação harmônica entre povos e países distintos.

Publicidade
Publicidade

Um exemplo clássico do exposto acima, é que justamente #Donald Trump, o novo presidente dos Estados Unidos, tinha anunciado anteriormente a sua vitória, de que ele estaria à disposição para tentar um diálogo com o jovem líder da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, e um dos maiores inimigos dos nortes-americanos e seus aliados, como declarado pela sede do poder em Washington muitas vezes.

E o que mais pode ter causado surpresa para a opinião pública e os especialistas em política internacional, é que, na quinta-feira, dia 17 de novembro, diplomatas do alto escalão da Coreia do Norte confirmaram na sede da ONU - Organização das Nações Unidas, na cidade suíça de Genebra, que as relações entre a Coreia do norte e os EUA poderiam ser resgatadas, retornando à normalidade, se algumas condições fossem cumpridas do outro lado do Atlântico, tais como: retirada das tropas dos EUA e de seus equipamentos do país vizinho, que é a Coreia do Sul e um acordo bilateral que findasse a #Guerra na península coreana, conforme informações veiculadas pela agência de notícias internacional Reuters.

Publicidade

Se Pyong, que é o embaixador oficial norte-coreano na sede suíça da ONU, adiantou o fato de que representantes escalados do seu país, já mantém "discussões não-oficiais e informais" com membros acadêmicos e ex-funcionários dos Estados Unidos na mesma cidade de Genebra.

Por outro lado, alguém poderia evocar o seguinte ditado de que nem tudo são flores, ou seja, a notícia esperançosa da probabilidade de uma aproximação entre a Coreia do Norte e os EUA, vem acompanhada de um aviso explícito de que o dirigente Kim Jong-Un objetiva o "desenvolvimento simultâneo do seu programa nuclear e da sua economia".

A partir de janeiro de 2017, Donald Trump poderá marcar de forma singular um capítulo na história mundial se por acaso ele conseguir persuadir a Coreia do Norte no quesito de cessar definitivamente o seu programa nuclear, sendo inclusive que Trump concedeu entrevista no mês de maio, revelando que está disposto ao diálogo com o governo de Pyongyang. Enfim, tudo pode acontecer daqui para frente no grande “jogo de xadrez”, cujas peças do tabuleiro são os países.