Antes de morrer o bilionário Antônio Fernández, o empresário que fundou a cervejaria Corona, presenteou os moradores de uma pequena aldeia espanhola com uma quantia extraordinária. O empreendedor morreu em agosto aos 99 anos, mas antes escreveu em testamento a doação de 710 milhões em herança para os habitantes de Cerezales Del Condado, cidade onde nasceu e cresceu.

O local é composto apenas por oitenta moradores o que significa que de um dia para o outro os habitantes se tornaram milionários. Cada um recebeu o equivalente a quase 9 milhões de reais e o local passou a ser uma vila de novos ricos. A história de Antônio é marcada pela superação e muito de sua benevolência vem das vivências da época de infância.

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Ele nasceu em 13 de dezembro de 1917 e viu a pobreza assolar a sua família na infância.

Fazia parte de uma casa numerosa, sendo o décimo primeiro filho de um total de treze filhos. Fernández teve que abandonar os estudos ainda criança com apenas 14 anos, época em que precisou a começar a trabalhar. Passou pela Guerra Civil Espanhola, e mudou-se para a cidade de Leon no Norte já adulto para se casar com a esposa Cinia González Díez.

A sua história é marcada de grandes surpresas, já na década de cinquenta um tio de sua mulher, que era dono do Grupo Modelo, convidou o casal para se mudar para o México, onde conseguiriam melhores condições de trabalho.

Lá Fernández começou a trabalhar para a cervejaria como um empregado no depósito. Até a década de setenta ele trabalhou em vários cargos, quando finalmente assumiu o papel de CEO ajudando a tornar a Corona uma cervejaria muito conhecida e que agradou os clientes no México, além de transformá-la em um dos produtos mais reconhecidos no mundo.

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Depois do grande sucesso da cerveja, ele passou a ter uma vida tranquila, e a ganhar um valor exorbitante. Manteve-se no cargo administrativo até o final de noventa e foi presidente de gestão até início de 2006. Ele sempre foi um homem conhecido pelos seus atos de benevolência, chegou a receber honrarias do rei Juan Carlos da Espanha pelas seus atos de atruísmo em todo o mundo.

Mais do que ninguém ele sabia a importância de ajudar as pessoas. Quem assumiu seu cargo é o sobrinho Carlos Fernández Gonzáles que também reconhece a necessidade da filantropia. #Crime #Casos de polícia