Apesar dos Estados Unidos ter demonstrado aparente tolerância com relação as supostas invasões de hackers russos a diversos computadores do governo, vários documentos da inteligência estadunidense, revelados nesta semana, informam que as agências do país reagirão de forma rápida e eficiente, caso haja interferência externa nas eleições presidenciais.

De acordo com a emissora norte-americana NBC News, hackers militares penetraram na rede elétrica da Rússia, além das redes de comunicações e no sistema de comando do Kremlin, que agora estão sob o domínio de armas cibernéticas dos Estados Unidos.

Segundo a emissora, um oficial sênior da Agência Central de Inteligência (CIA) apresentou documentos ultrassecretos, onde mostra que os #EUA são capazes de derrubar a energia e a comunicação russa, caso detectem algum ataque cibernético originado pelo Kremlin, nas instalações do país.

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Conforme as autoridades, a possibilidade da Rússia usar ‘estratégias’ para prejudicar a eleição presidencial na próxima terça-feira (8), não está descartada.

O governo acredita na hipótese do país atuar na contrainformação, liberando documentos falsos na internet.

Ainda existe a suspeita deles elaborarem perfis em mídias sociais (Facebook e Twitter) com objetivo de disseminar desinformação e plantar ideias equivocadas na percepção de pessoas influenciáveis, como os jovens.

Hacker russo

Na sexta-feira (4), um ‘pirata virtual’ conhecido pelo pseudônimo Guccifer 2.0, que os EUA acreditam ser apenas um disfarce para os agentes de inteligência da Rússia, escreveu no Twitter que acompanhará as eleições americanas “de dentro do sistema”, numa nítida demonstração de que o Kremlin atua nos servidores estadunidenses.

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Veja a postagem original abaixo.

Todavia, a NBC acentua o fato da administração Obama estar preparada para entrar em ação, caso seja necessário.

Contudo, autoridades esclarecem que o governo invadirá os sistemas de energia e comunicação da Rússia, somente “no improvável caso dos EUA serem atacados de forma significativa”.

Ainda que os militares norte-americanos não queiram fornecer detalhes da atuação contra a ‘guerra cibernética’, eles dizem possuir os softwares mais avançados do mundo, que estão a observar os governos russo, norte-coreano, chinês e iraniano.

Mesmo que as eleições não tenham começado, é de conhecimento público que o candidato Donald Trump é o preferido de Putin.

No mês passado, por exemplo, Trump disse se vencer as eleições, irá rever os contratos com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), responsável por mobilizar milhares de soldados em diversos países de fronteiras com a Rússia.

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Ao que tudo indica, se ele se consagrar presidente, a globalização estará seriamente ameaçada.

Abaixo, veja a reportagem da NBC sobre os EUA estarem se preparando para um ataque virtual no dia das eleições.

#Mídia #Curiosidades