Paolo Pietropaolo, 42 anos, era um homem muito ciumento e namorava com Carla Caiazzo, 39 anos. Ela estava grávida e resolveu terminar o namoro. Depois de descobrir que um amigo de Carla a chamou para sair, eles discutiram e ele resolveu colocar um plano horrível em ação.

Paolo e Carla discutiram para ela não sair com o amigo. Ele tentou estrangulá-la, e ela gritava para ele parar, dizendo que estava gravida. Ele parou o estrangulamento e teve uma atitude apavorante.

O homem resolveu no dia 1º de fevereiro, deste ano, na cidade de Formia, que fica entre Roma e Nápoles, na #Itália, colocar fogo no rosto de sua namorada, para que ninguém mais a desejasse e ela não o deixasse.

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O caso ganhou destaque mundial, por conta do julgamento realizado esta semana.

No julgamento, Pietropaolo disse ao juiz que estava muito doente e que nunca teve a intenção de matar sua ex-namorada, disse ainda que queria apenas prejudicar o rosto de Carla, para que ninguém mais se interessasse por ela.

Diante do juiz, Carla reviveu cada momento do dia mais angustiante da sua vida. Disse que, depois tentar asfixiá-la, ele deu muitos socos no rosto dela. Em seguida, ele buscou uma garrafa de álcool, jogou no rosto dela e ateou fogo, pegou o carro e fugiu em alta velocidade.

Vizinhos, que ouviram toda a briga, correram para a casa e encontraram ela inconsciente, levaram a italiana para o hospital com queimaduras de terceiro grau. Ela ficou com 50% do corpo queimado.

Os médicos que atenderam Carla, optaram por realizar uma cesariana de emergência, para tentar salvar a vida do bebê.

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A mãe e o bebê sobreviveram.

O rosto de vítima ficou completamente desfigurado. Ela teve que passar por diversas cirurgias para tentar uma reconstrução facial e assim amenizar as cicatrizes, que ficaram depois do ataque.

Na fuga de Pietropaolo, ele bateu o carro e foi preso por estar dirigindo sob a influência de drogas, depois a polícia descobriu do ataque que ele efetuou contra a ex-namorada.

O Juiz Egle Pil condenou Paolo Pietropaolo a 18 anos de prisão e a pagar cerca de R$ 200 mil para a filha e quase 900 mil para Carla como indenização. #condenado #Violência