A vitória da Donald #Trump, nas eleições presidenciais dos Estados Unidos surpreendeu, a todos. Sua adversária, a senadora Hillary Clinton, era a favorita para ganhar a disputa. Hillary contava com o apoio da grande imprensa americana, de investidores de Wall Street e de grandes celebridades como Katy Perry, Beyoncé e Lady Gaga. Não foi o suficiente. O candidato republicano venceu e isso fez com que os democratas iniciassem um reorganização dentro do próprio partido. Nesse momento, face à dura derrota de Hillary, todos os olhares voltaram-se para a atual primeira-dama, Michelle Obama, como o principal nome para disputar as próximas eleições presidenciáveis, representando os democratas.

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Assim como o próprio presidente, Michelle se tornou muito popular durante o mandato de Barack #Obama, e sua postura nunca foi de uma first lady decorativa. Ela tomou para si causas importantes em defesa das mulheres, dos direitos humanos e na luta contra o racismo. Isso, somado ao carisma do casal Obama, fez Michelle se aproximar da população, que viu nela uma esperança para 2020, em que uma mulher seja eleita presidente daquele país. E não é para menos. Tão logo o nome de Trump foi anunciado como vencedor das eleições, os pedidos para que Michelle seja a próxima candidata pipocaram nas redes sociais. A hastag #Michelle2020 foi uma das mais comentadas desta semana.

Porém, segundo o próprio marido, o futuro dela não parece ser no mundo político.

Barack Obama garantiu que a mulher não tem "paciência nem vontade" de concorrer à presidência.

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Ela mesma já havia dito que, com o fim do mandato de Obama, pretendia levar adiante a luta por causas sociais, sem que, para isso, precisasse de um posto em Washington. Os fãs e eleitores mais progressistas esperam que ela mude de ideia até lá.

Fotografada nos jardins da Casa Branca para a edição americana da Revista Vogue de dezembro, Michele falou sobre seu papel como primeira-dama, afirmando que "(...) qualquer primeira-dama tem, por direito, a possibilidade de definir seu papel. Não há uma autoridade legislativa; você não foi eleita. E essa liberdade é um presente maravilhoso”. #EUA