Apesar de #Israel ser, assumidamente contra o #Terrorismo e conviver com o fato de ser um alvo de variados grupos, como Hamas, Al-Qaeda e Daesh, nesse fim de semana houve uma situação atípica envolvendo o país.

A base aérea de Israel sobrevoou e bombardeou terroristas do Daesh (conhecidos como #Estado Islâmico), nas Colinas de Golã, em território sírio. O bombardeio não foi aleatório em solidariedade aos países que atuam na região, mas se trata de uma represália a um ataque praticado pelos terroristas.

Segundo informou a rádio do Exército da Defesa de Israel, o grupo alvejou uma patrulha israelense na mesma região onde aconteceu o bombardeio.

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Não há informações se soldados israelenses foram feridos ou mortos. O governo disse que prestará maiores informações sobre o incidente, em breve.

O exército de Israel informou que pelo menos quatro terroristas, portando metralhadoras, foram mortos na operação. O Local bombardeado integra o território israelense desde 1981, entretanto, a comunidade internacional não reconhece o fato e o sul das Colinas de Golã ainda é considerado território sírio. O local é vigiado dia e noite pelas forças armadas de Israel.

Quanto ao restante da Síria, parte significativa do território está destruída ou tomada por terroristas, seja do Estado Islâmico ou de grupos similares. A guerra civil no país começou em 2011 e já ceifou a vida de mais de 300 mil pessoas, dentre elas, crianças e mulheres.

Guerra na Síria

O impasse no país envolve o governo sírio de Bashar al-Assad, o Estado Islâmico, que tomou parte do território a algum tempo, rebeldes, que não aceitam o governo e grupos terroristas apoiadores ou contrários ao Estado Islâmico.

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Os ataques de países que integram a coalizão americana ou russa têm feito com que combatentes do EI mudem suas bases para outras regiões e países. Recentemente um ministro alertou que pelo menos cinco mil jihadistas estrangeiros podem retornar para a Europa, gerando perigo para todas as pessoas.

Israel não participa diretamente dos bombardeios, mas também repudia o grupo, uma vez que um dos objetivos dos radicais islâmicos, seja o EI ou outros grupos, é destruir Israel e todos os judeus do país. O exército israelense é um dos mais modernos e preparados do mundo, possuindo técnicas e tecnologias que servem de cobiça para muitas nações.