Após a vitória de Donald Trump para presidência dos Estados Unidos, surge um ‘recado’ de Abu Omar Khorasani, que é um dos principais líderes do #Estado Islâmico, afirmando que tanto o EI, quanto os seus seguidores, saem beneficiados com a vitória do republicano.

O motivo da comemoração é que uma das partes mais impactantes da campanha do magnata, refere-se aos muçulmanos. Trump chegou a dizer que ia proibir que muçulmanos e refugiados de países de maioria muçulmana, entrassem nos Estados Unidos. Também ameaçou deportar os estrangeiros dessa religião. O ato gerou polêmica e até protestos simbólicos, pois os Estados Unidos conta com uma grande comunidade de adeptos ao islã, possuindo estrangeiros e americanos.

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Esse discurso foi bem aceito pelos eleitores de Donald, que têm demonstrado ódio contra os muçulmanos, como se eles fossem os culpados pelo #Terrorismo no mundo. Vale lembrar que Barack Obama é, assumidamente, muçulmano.

Os jihadistas então veem isso com bons olhos. Nas palavras de Abu, Trump é um “cara maníaco” e o seu ódio pelos muçulmanos fará com que consigam recrutar milhares de novos combatentes pelo mundo. Para ele e o grupo, que até o massacre de Paris em 2015, contava com um exército de mais de 30 mil pessoas, metade deles estrangeiros, o ódio de Trump facilitará o trabalho dos grupo na hora de fazer o recrutamento.

O Estado Islâmico tem como objetivo transformar todos os países em seguidores da sharia, com um único califado. Para começar a busca pelo cumprimento de sua missão, os jihadistas planejam recuperar os territórios que um dia pertenceram aos muçulmanos, como Portugal, Paris, Roma, entre outros lugares da Europa.

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Além disso, também almejam destruir os Estados Unidos e o Reino Unido e mais recentemente, após os ataques realizados na França, a Rússia entrou, oficialmente, na lista negra dos terroristas.

O grupo recruta pessoas através da internet, conquistando jovens de todo o mundo, de forma que os combatentes não precisam ir para a Síria, Iraque ou Afeganistão, podendo atuar como lobos solitários de seus respectivos países. Em 2015, a ABIN identificou a tentativa do grupo em recrutar brasileiros. Esse ano, semanas antes das Olimpíadas, cerca de 40 brasileiros foram identificados como simpatizantes do IE, sendo que um catarinense, chegou a ser detido e usou uma tornozeleira eletrônica até o fim dos jogos olímpicos, como medida de segurança.

Quanto a Trump, ele prometeu acabar com o Estado Islâmico em seu primeiro mês de governo. Nessa semana, Jan Jambon, ministro belga, alertou que as ofensivas feitas contra os terroristas na Síria e Iraque, farão com que pelo menos cinco mil jihadistas adentrem território europeu. #Donald Trump