Ashlee Hutt, jovem de 24 anos moradora do estado americano de Washington, foi acusada de dar heroína a seus três filhos. De acordo com a mãe acusada, a droga era usada para fazer com que suas crianças se sentissem bem.

A jovem confessou, em tribunal, que injetava heroína nos filhos para que eles dormissem. O menino possui seis anos de idade e as duas meninas têm quatro e dois anos. A mãe responderá por maus tratos e agressão.

Mac McIver, de 25 anos, companheiro de Ashlee, enfrenta as mesmas acusações e foi para a prisão no dia 7 de setembro. O casal admitiu ser viciado em heroína. De acordo com os vizinhos, a polícia veio muitas vezes inspecionar a casa.

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O detetive Ed Troyer, porta-voz do xerife do condado de Pierce, informou que crianças estão sendo cuidadas pelo serviço social.

Sobre a heroína e sua origem

A substância heroína deriva da Papoula, planta conhecida pela humanidade há mais de cinco mil anos, época em que a utilizavam para quadros de insônia e constipação intestinal.

Foi no século passado que farmacêuticos obtiveram desta planta a morfina. Essa substância foi amplamente difundida na medicina do século XIX por conta de suas propriedades analgésicas.

A partir dela foram sintetizadas algumas derivações como a codeína, metopon e a heroína, que é uma das mais conhecidas. Mais tarde, verificou-se que ela causava dependência psíquica e química, e então proibiram sua produção mundialmente.

Depois da Segunda Guerra Mundial, ela voltou a se espalhar pelo mundo e atualmente é produzida no mercado negro, sendo distribuída em rotas internacionais, algumas inclusive usando o Brasil como escala.

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Ela é uma das mais prejudiciais drogas que se tem no mundo e é extremamente nociva ao corpo, fazendo com que as pessoas fiquem dependentes rapidamente.

Dentre os sintomas das pessoas que fazem o uso dessa substância está o estado sonolento e a contração das pupilas. As sensações podem ser de euforia e conforto, seguidas de uma forte depressão, a qual faz com que o usuário volte a buscar a substância em doses mais altas para obter o efeito primário. #Crime #Casos de polícia