Pessoas do mundo inteiro estão revoltadas com uma mulher que foi flagrada batendo em um bebezinho. O vídeo já circula pelas redes sociais do mundo inteiro e mostra imagens fortíssimas. A mulher aparece batendo na cabeça do bebê, dezenas de vezes e tudo isso porque ele não parava de chorar. Já descobriram que o nome da mulher é Kozhabaevna, ela mora no Cazaquistão e é mãe do bebezinho que aparece chorando.

Quem teria gravado o vídeo teria sido uma menina, de apenas 8 anos. Ela não só testemunhou as agressões ao bebê, como também registrou tudo. A garotinha conseguiu gravar essas imagens porque a mãe estava com o filho na casa de um amigo e ela estava lá também.

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O vídeo tem somente 57 segundos, mas é o suficiente para causar revolta em todos que assistem. É possível contar 42 agressões contra a #criança, sempre batendo na cabeça do bebê, e quanto mais ela o espancava, mais a criança chorava.

Atenção: não foi no Brasil

Assim que o vídeo foi publicado no Youtube, recebeu várias visualizações e começou a ser compartilhado nas redes sociais. Tudo indica que a gravação foi feita no último mês de agosto, mas ninguém sabe ao certo. Aqui no Brasil as imagens já estão circulando pelas redes sociais e muita gente está confundindo, achando que é uma brasileira que espancou o filho. Sem saberem ao certo, as pessoas vão repassando informações de outras e isso acabou gerando uma confusão tremenda. De fato as imagens são reais, mas foram gravadas no Cazaquistão e não aqui em nosso país.

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As reclamações foram tantas por todo o mundo que a polícia resolveu investigar o caso, mesmo não sendo mais recente. O que se sabe, até o momento, é que a mãe do bebê, Aygul Kozhabaevna, é migrante do Uzbequistão. Ela teria viajado para Almaty, capital do país vizinho (na Ásia Central), tentando buscar uma vida melhor para ela e o bebê. Mas, pelo visto, a criança está vivendo um verdadeiro inferno sob os cuidados da mãe.

No vídeo abaixo você poderá ver o absurdo cometido por essa mãe. Apesar da polícia já ter dado início às investigações, não se tem nenhuma notícia de que ela foi processada ou perdeu a guarda do filho.

#Violência #Casos de polícia