Neste sábado (12), foram resgatadas em torno de 1400 pessoas em botes infláveis no costa italiana, vários meios de comunicação do mundo vêm publicando a #Crise migratória nos últimos meses, e ao que parece o impasse ainda está longe de ser resolvido. Autoridades e organizações não governamentais demonstram preocupação com a situação e enviam navios para realizar operações de socorro a essas embarcações na maioria das vezes precárias.

Conforme divulgado pelo site G1, já foram mais de 7 operações no intuito de encontrar e resgatar pessoas em situação de risco, e/ou a deriva no Mar Mediterrâneo, pelo menos 800 estrangeiros já teriam sido recolhidos por navios de organizações sociais como a SOS Mediterrâneo, MOAS e a sua Jugend Ruttet, informou a Guarda Costeira italiana.

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Rota de entrada

O área conhecida como Mediterrâneo Central, é rota mais utilizadas pelos migrantes com o objetivo de adentrar o continente europeu pela Itália, com isso a mesma tem sido constantemente monitorada pela #União Europeia, levando suporte médico e socorro em navios como da Bourbon Argos pertencente a Organização Médicos sem Fronteiras (MSF).

Também foram atendidas crianças e mulheres que se encontravam nos botes, somando um número total de 227 pessoas, segundo relatado pela MSF em sua página do Twitter, número de atendimentos vem crescendo, sendo perceptível pelas demais ONGs como a MOAS, Jugend Rettet e SOS Mediterrâneo, integrantes das operações de socorro realizadas deste sábado (12).

O site relata também que entre os meses de outubro e novembro já foram contabilizadas mais de 27 mil chegadas de estrangeiros ao continente, nesse número está incluído quase 5.400 migrantes pela costa da #Itália, em comparação ao ano passado inteiro houve um crescimento exponecial, já que o número anterior era de 3.200 refugiados.

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Trabalho essencial

Para as organizações internacionais, o trabalho de socorro dessas pessoas é preventivo e essencial, a fim de evitar a perda de vidas por conta da precariedade do transporte que os migrantes utilizam na esperança de chegarem à Europa, mais de 4 mil pessoas já teriam, infelizmente, morrido nesse mesmo trajeto no Mar Mediterrâneo, informou o G1.