Uma mulher indiana, de 40 anos, foi vítima de estupro coletivo e o crime foi gravado e depois compartilhado no #WhatsApp, fazendo com que um grande número de pessoas pudessem assistir ao momento em que ela é violentada. Ela foi tão humilhada, não só pelo #Estupro, mas também por mensagens que começou a receber através do aplicativo que acabou não aguentando a pressão e se suicidou.

Pessoas do mundo inteiro estão indignadas com o fato, mas a verdade é que tem se tornando cada vez mais comum, mulheres indianas se suicidarem após sofrerem estupro, porque são consideradas como "desonradas".

A indiana de 40 anos, vítima do estupro coletivo, trabalhava na área de saúde em uma zona rural e tinha que caminhar muito para visitar todos os vilarejos, inclusive durante a noite.

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Seu trabalho era de grande risco, mas ela precisava do dinheiro para sustentar a família que morava em uma casa de tijolos, que não tem nem porta, muito menos banheiro.

Foi durante uma visita a um dos vilarejos que ela foi agarrada por três homens, que rasgaram toda sua roupa e em seguida a estupraram. Ela contou com uma amiga para superar o difícil momento e criou coragem para ir até a polícia denunciar os estupradores, só que eles gravaram o abuso sexual e divulgaram as imagens no WhatsApp. Todo mundo dos vilarejos próximos tiveram acesso às imagens.

Ela já nem conseguia mais sair de casa. Todo mundo estava culpando ela pelo estupro e pouco tempo depois, ela foi encontrada morta, à beira de uma estrada. A autópsia mostrou que a #Morte foi por envenenamento. A amiga confirmou que ela já não estava mais conseguindo suportar toda a pressão.

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Na Índia é muito comum os casos de estupro, só que agora a nova mania é gravar o abuso sexual e compartilhar no WhatsApp. Inclusive tem vídeo de estupro sendo comercializado livremente nos mercados de lá. Agora ninguém mais quer saber de filme pornô, todos querem comprar é vídeo de estupro. Crimes sexuais da vida real estão na moda e as autoridades nada estão fazendo a respeito.