Segundo a versão em inglês do tradicional jornal japonês 'Asahi Shimbun', uma mulher na casa dos trinta anos, cujo nome não foi liberado à imprensa e que estava passando por um procedimento com uso de laser no colo do útero - porção inferior e estreita do útero - ficou gravemente queimada depois de soltar gases. Parte da sala de cirurgia também ficou em chamas. Segundo o periódico nipônico, o fato inusitado aconteceu em 15 de abril deste ano no Hospital Universitário de Tóquio, em Shinjuku, uma divisão administrativa da capital japonesa, mas só foi revelado no dia 28 de outubro, devido a uma investigação recentemente concluída, que absolveu o estabelecimento médico de culpa no ocorrido.

O fenômeno, que é raro e surpreendente, ganhou manchetes e atenção também em outros países,como o 'The Washington Post', 'Daily Mirror', 'Huffington Post', 'The Straits Times' e 'O Globo'.

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Relatório do hospital conclui que não houve falha do equipamento e que liberação de gás intestinal foi responsável pelo #Incêndio

Os especialistas concluíram que a liberação de gás intestinal foi a responsável pelo #Acidente. "Quando o gás intestinal da paciente vazou no ambiente da operação, houve contato com a irradiação do laser, o que provocou as chamas. As chamas atingiram o campo cirúrgico ou cortinas de isolamento (um tecido esterilizado, geralmente um lençol descartável, que é usado para isolar o local da cirurgia do resto do corpo e de outras fontes de contaminação) e levaram ao incêndio", segundo o documento liberado pelo hospital e preparado, a pedido do mesmo, por um comitê de especialistas externos. O relatório afirma ainda que todos os equipamentos estavam funcionando normalmente no momento do acidente.

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Queimaduras graves em grande parte do corpo da paciente, incluindo pernas e cintura

O fogo acabou chegando ao corpo da paciente, não só interrompendo o procedimento médico a que ela era submetida, como também causando-lhe graves queimaduras em grande parte do corpo, incluindo pernas e cintura.   #Curiosidade