Há alguns meses, em Tóquio, capital do Japão, um #Acidente completamente inusitado aconteceu. Uma mulher estava passando por uma cirurgia. A mulher de 30 anos acabou emitindo gases (o popularmente conhecido "pum") e foi responsável pelo incêndio que se iniciou no local. Apesar de só ter virado notícia agora, o acidente aconteceu em abril. A demora para divulgação de um caso tão inusitado foi por causa do processo de investigação, que só chegou ao fim agora.

A cirurgia que a mulher estava passando era de um procedimento a laser no colo do seu útero. Quando o laser entrou em contato com os gases instalados em seu corpo, as chamas surgiram.

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O acidente foi tão sério que ela acabou ganhando várias queimaduras em seu corpo.

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Após mais de sete meses de investigação, a conclusão dos especialistas foi que a causa do incêndio realmente foi o "pum". No laudo, a conclusão foi que a paciente liberou "materiais inflamáveis", que acabaram criando as chamas. O laudo afirma também que nenhum dos equipamentos do hospital que foram utilizadas no procedimento estavam com problema ou sequer apresentaram alguma falha.

No documento, a conclusão é de que o "gás intestinal" da mulher de 30 anos, que não teve o seu nome revelado, acabou vazando na sala de operação. O gás intestinal provocou as chamas após entrar em contato com a irradiação do laser. O incêndio aconteceu porque essas chamas acabaram pegando nas curtidas.

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Médico contesta que "pum" foi responsável por incêndio

Nem todo mundo concordou com o laudo. Um médico de Los Angeles, na Califórnia, Estados Unidos, contestou a conclusão do documento. Michel Zadeh afirma que seria necessário "muito metano" para um "pum" ter o poder de causar tamanho dono. Ele deu entrevista ao jornal Huffington Post e garantiu que já realizou dezenas de cirurgias no mesmo local do corpo, no colo do útero, além de várias cirurgias no ânus e isso não aconteceu nenhuma vez. Ele duvidou que a flatulência foi a real causado de todo o estrago.

Agora a mulher já passa bem e não corre risco de vida.