Em entrevista para o site de notícias Mail Online, representantes do grupo Roads of Sucess, uma organização humanitária, que atua na #síria, acusam membros do #Estado Islâmico de praticarem uma série de crimes bárbaros contra a população da cidade síria de Douma. Alice Assaf, porta-voz da organização, afirma ter presenciado a morte do filho George, que foi linchado e depois baleado por membros do Estado Islâmico. Segundo a mulher, o filho morreu por causa do nome que carregava, considerado de origem ocidental pelos extremistas. Após ser morto, o garoto foi levado para ser enterrado em uma vala comum.

Alice conta ainda que, no dia em que o Estado Islâmico invadiu a cidade, ela e o filho pediram refúgio na casa de um vizinho, mas o homem acabou entregando-os para os extremistas.

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Além disso, também há informações de que membros do Estado Islâmico teriam invadido uma padaria, onde obrigaram os seis funcionários que trabalhavam no estabelecimento a entrarem dentro dos fornos para serem queimados vivos. Logo em seguida, os extremistas esmagaram por volta de 250 crianças prisioneiras de guerra, que foram amassadas em um máquina utilizada para fazer pão. Há também relatos de jovens que foram decapitados na frente dos pais. Apesar de algumas cidades sírias do norte da Síria terem sido libertadas do poder do Estado Islâmico, os moradores ainda vivem com medo de retornarem para suas casas.

De acordo com dados de um relatório, que foi publicado pelo grupo Human Rights Watch, antes de abandonarem as cidades, os extremistas instalaram minas em portas e janelas das residências.

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Os moradores locais também afirmam terem encontrado minas em meio a sacos de roupas, debaixo de colchões entre outros. A organização estima, que o número de vítimas tenderá a subir, à medida que as pessoas retornem para suas casas. De acordo com informações, o número de pessoas que já morreram atingidas por minas chegará a 70, sendo que 19 são crianças. As tropas que combatem o terrorismo afirmam que conseguiram desativar algumas minas colocadas em pontes e estradas, além de hospitais e escolas. #guerra na síria