A desejada "#aldeia global" se alastrou na imaginação coletiva depois que a internet se tornou meio aberto ao segmento privado. No entanto o mundo evoluiu, enquanto crises pressionaram a uma contínua maior abertura de mercados. Os Estados Unidos da América já se abriram a estrangeiros numa época, quando precisavam baratear a mão de obra a concorrerem com países de produção mais barata como a chinesa, por exemplo. A disputa foi vencida pelos chineses e outros países de baixo custo, vitória registrada pelas empresas que retiraram suas fábricas e só deixaram escritórios, alastrando o desemprego norte-americano. Insatisfeitos com a situação que os "democratas" deixaram na crescente abertura, mesmo após o atentado terrorista que derrubou as torres gêmeas em Nova York, o povo americano rejeitou a campanha pela abertura bombardeada nas mídias em massa, como uma cooperativa a enaltecer a continuidade nesta abertura pelo partido democrata já com resultados desastrosos.

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Com ânimos entusiasmados durante campanha, ambos partidos prometeram coisas que após eleição não cumpririam, então o receio de que brasileiros ilegais sejam deportados diante disso, entre outros estrangeiros na mesma situação, causa crescente pânico.

Para tentar frear estas restrições aos brasileiros também, o Ministério do #Turismo e o chanceler José Serra reforçaram aos cidadãos dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão, nesta terça feira, dia 22/11/2016, projeto que pretende repetir o mesmo benefício provisório da isenção de vistos dos jogos olímpicos de junho a setembro, por acreditarem que isso aumentará o número de visitantes estrangeiros no país. Em resistência à visão diplomática do Itamaraty se opõe no momento em que EUA. endurecem tratamento a brasileiros, ao considerar a medida política inócua e inábil.

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Diplomatas apontam que a isenção unilateral na concessão de vistos reduz o poder de barganha brasileira em negociações futuras, com ênfase principalmente agora, quando a taxa de rejeição na concessão de vistos para brasileiros pelos norte-americanos subiu de 4%, no ano passado, para 22%, atualmente. Este percentual é apenas dos brasileiros que buscam sair do Brasil.

Tratando o fator receitas, a comparação entre 2015 e 2016 sobre a entrada de turistas desses países mostra que a isenção de vistos não levou ao aumento no número de turistas em setembro, após o encerramento dos Jogos Olímpicos, também na somatória dos quatro países, semelhante ou inferior ao registrado no ano anterior. Ressaltam alguns fatores muito mais influentes como campanhas de promoção, segurança e estrutura para receber visitantes. A fragilidade nas fronteiras de ambos os lados, norte-americano e brasileiro, tem repercussões e avaliações distintas, ao mesmo receio pela segurança, aliás bandeira política na campanha que fortaleceu muito os votos ao presidente eleito Donald Trump, quando defendeu maior rigor no controle das fronteiras.

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Diante de crescentes dúvidas aos brasileiros que procuram viajar aos Estados Unidos, houve problemas de “conectividade” aos serviços públicos no consulado americano em São Paulo, no dia anterior, segunda-feira, dia 21. O órgão informou então não haver prazo estipulado para a entrega dos passaportes com vistos, remarcando entrevistas caso a caso. #Diplomacia