Um vídeo repercutido neste domingo, 27, pelo site 1News, está gerando bastante repercussão nas redes sociais. Ele mostra os poderes das redes sociais, especialmente entre crianças. As imagens, apesar de ganharem a internet agora são do final do mês de setembro. As crianças hoje tem todo o acesso às redes sociais e isso esconde muitos perigos. Um deles é a pedofilia. Por isso, um projeto realizado através do Youtube, que teve a autorização dos pais para ser realizado, mostra como os menores são facilmente convencidos a fazerem coisas absurdas, como irem na casa de pessoas que nem conhecem. Tudo graças ao contato feito pela internet.

Coby Persin, um dos idealizadores do projeto, criou um falto perfil no Facebook para mostrar às crianças o que pode acontecer com elas.

Publicidade
Publicidade

Ele se passa por ele mesmo e por outras pessoas. Em diversas situações, ele convenceu as crianças a saírem de casa, pegarem um veículo ou ir a um imóvel próximo à sua casa. Uma das ações exibe uma garota mandando mensagens a um menino. Ela diz que ele é bonito e pergunta se ele não quer dar uma passadinha na sua casa. O menino, na tentação de quem sabe arranjar uma namorada, acaba aceitando.

Ao entrar no local, outra mulher atende a porta e manda ele se sentar, pois a filha estaria na casa de outros amigos. Em seguida, a mãe do garoto entra e lembra a ele que crianças estão sendo estupradas e mortas. O menor fica paralisado. Um homem de trinta anos convence outro menino a ir jogar na sua casa, em troca de dar um presente. Os pais dos menores ficaram ainda mais surpreendidos, pois garantem que falam sobre esse assunto com seus herdeiros, mas pelo visto não tem ajudado bastante.

Publicidade

As imagens já chegaram a mais de um milhão de visualizações e geraram debate no Facebook. Por sorte, tudo não passou de um teste a as crianças estão bem.

Veja abaixo o vídeo que exibe os perigos das redes sociais. Não esqueça de compartilhar e comentar o conteúdo com seus amigos. E aí, e se isso fosse com seu filho ou irmão, o que diria a ele?

#Crime #Investigação Criminal