Um inusitado abaixo-assinado está próximo de alcançar a sua meta. Criada por Autumn Boehle, uma estudante universitária da cidade de Detroit, nos Estados Unidos, a petição pretende reunir 75 mil assinaturas e pressionar a #Nasa para enviar Donald #Trump numa próxima missão ao espaço e deixá-lo em órbita da Terra.

Até a data desta publicação, o abaixo-assinado já reuniu mais de 71 mil assinaturas, faltando pouco mais de 3.500 apoiadores para atingir seu objetivo. Quando concluída, a estudante prometeu enviar a petição à Nasa e iniciar até mesmo um projeto de crowdfunding (uma espécie de vaquinha online) para financiar a viagem de Trump ao espaço.

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“Não será barato, mas valerá a pena”, diz Autumn.

O abaixo-assinado foi motivado pelas declarações polêmicas que o futuro presidente dos Estados Unidos proferiu durante sua campanha presidencial. “Estamos todos cansados de ouvir as coisas ultrajantes que Donald Trump diz, faz e pretende fazer”, afirma a carta da petição.

“Estou assinando esta petição porque Trump é um velho racista que precisa desaparecer lentamente sem oxigênio no espaço”, diz um dos apoiadores. “No espaço, ninguém pode ouvi-lo derramar fanatismo absurdo”, afirma outro.

A petição pode ser assinada neste link.

Eleição presidencial

Donald Trump será o 45º presidente dos Estados Unidos, tomando posse da Casa Branca em 20 de janeiro de 2017. Mesmo sendo a grande favorita em todas as pesquisas de opinião, a democrata Hillary Clinton perdeu para o bilionário, famoso e polêmico candidato republicano.

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Após uma das mais acirradas disputas presidenciais, muitos acreditam que o Trump que governará os Estados Unidos será diferente do que foi visto durante a campanha. Durante seu discurso, após o resultado das urnas, Donald Trump já adotou um tom mais moderado, elogiou sua adversaria e pediu união ao povo americano. Mesmo assim, vários protestos tem ocorrido contra a vitória de Trump.

Como prometido em campanha, analistas opinam que o novo presidente deverá buscar novos acordos comerciais tornando-os mais vantajosos e reavaliará aqueles que não interessam ao seu país. A mesma postura deverá refletir nas políticas internacionais dos Estados Unidos. #Mundo