Comoção. Essa palavra explica o clima que tomou conta de cientistas que tiveram a oportunidade de abrir o túmulo, onde pelo cristianismo, acredita-se que o corpo de #Jesus Cristo tenha sido colocado após a crucificação. Até mesmo ateus, que estavam ali apenas para retirar dados, ficaram surpreendidos com o que viram. Isso porque, mesmo após dois mil anos, a tumba continua completamente intacta. O estado do local sempre foi uma das maiores dúvidas dos pesquisadores, que saíram da Universidade Nacional e Técnicas de Atenas, na Grécia. O primeiro relatório das apenas sessenta horas que o local ficou aberto foram divulgados nesta segunda-feira, 31 de outubro. 

A primeira vez que o túmulo, localizado na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, foi aberto acabou sendo pouco depois do descobrimento do Brasil, no ano de 1555. Pela tradição católica, o corpo de Jesus foi colocado em uma espécie de caverna.

Publicidade
Publicidade

O que a igreja fez após o episódio da morte do líder do cristianismo foi colocar placas de mármore no local. O objetivo era evitar roubos e também proteger o túmulo da grande quantidade de peregrinos. A primeira camada do túmulo foi feita no ano 33 depois de cristo. A segunda em 1555. 

Após isso, acabou sendo construída uma espécie de capela no local. A caverna fica na parte de baixo. Um incêndio atingiu o local, obrigando a se fazer uma reconstrução do prédio entre os anos 1808 e 1810. Agora os pesquisadores estão surpreendidos que, mesmo após mais de dois mil anos, ao que tudo indica, a localização do túmulo não mudou de local, o que os impressiona, já que muita coisa se passou por ali. Além dos pesquisadores, grupos religiosos diferentes acompanharam a restauração.

Primeiro foi tirada a primeira camada do túmulo, em seguida, muito entulho.

Publicidade

Já prestes a encerrar o prazo, os pesquisadores encontraram a única camada que protege o túmulo da destruição. Nela está gravada uma cruz. É ali que foi colocado Messias Cristão. Após conservarem o local, o túmulo foi novamente fechado, o que pode permanecer por mais algumas centenas ou milhares de anos.