Há aproximadamente uns 5 anos, a região de Fukushima, que fica localizada na costa do nordeste do #Japão, foi atingida por um #Terremoto com magnitude de 8,9 graus na escala Richter. O sismo atingiu as usinas nucleares do local, ocasionando o vazamento de compostos radioativos, forçando a evacuação de milhares de pessoas. O tsunami que se seguiu deixou mais de 15.000 mortes.

Na noite de segunda feira, dia 21 de novembro de 2016, através de pesquisas geográficas norte-americanas, foi informado que um terremoto de escala 7.3 graus na escala Richter atingiu a região de Fukushima novamente. No presente momento, a televisão pública japonesa fez o alerta de tsunami, por conta do tremor, com previsão de ondas até três metros de altura.

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Segundo fontes afirmaram, os tremores puderam ser sentidos em Tóquio, capital do Japão. De acordo com fontes norte-americanas, o epicentro do terremoto foi a dez quilômetros de profundidade. Felizmente não há relatos de feridos ou danos em edifícios, até o presente momento.

Dessa vez, o governo japonês não emitiu alerta de evacuação da área, mas orienta as pessoas a não se aproximarem da costa. Como nesta região estão localizadas usinas, os trabalhadores foram aconselhados a se retirar do local de trabalho, para um local mais seguro.

A companhia operadora da usina nuclear de Fukushima começou a tomar medidas especiais para evitar incidentes, medidas essas que já estavam sendo tomadas antes do terremoto atingir a costa nordeste do Japão.

Também esse tremor foi sentido em várias províncias, principalmente em Ibaraki, Miyagi, Iwaki, Tochigi e Chiba.

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A agência meteorológica japonesa informou também que a possibilidade de ocorrerem réplicas (tremores secundários) na região e que aproximadamente o epicentro do terremoto foi registrado no mar, a nordeste de Iwaki.

De acordo com o centro meteorológico japonês, existe risco de tsunami a qualquer momento. “As ondas de tsunami devem atingir repetidamente, Não deixem solo seguro até que o aviso seja suspenso”, diz o alerta.