Desde que Donald Trump foi eleito, há dois dias, protestos em diversas cidades do EUA têm sido realizados contra o presidente eleito que, segundo os protestantes, representa o "ódio social". O slogan "#Trump não é meu presidente" tem sido usado nas ruas e isso tem deixado o novo presidente irritado a ponto de considerar a mídia culpada.

Segundo ele, a mídia está incitando a população a essa reação. Em seu Twitter, Trump disse: "Eu acabei de vencer uma eleição presidencial aberta e de sucesso. Agora chegam estes manifestantes profissionais, incitados pela mídia, para protestar. É muito injusto".

Cerca de 100 pessoas foram detidas

Em dois dias de protesto, cerca de 100 pessoas foram detidas.

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Em Nova York, foram em torno de 30 prisões na Quinta Avenida, em frente à Trump Tower, que um arranha-céu com 58 andares, considerado um dos lugares mais incríveis para se viver. Mas as prisões não pararam por aí, pois no estado do Oregon, pessoas foram detidas quando destruíam lojas e lixeiras e, em São Francisco, bandeiras de apoio ao movimento Gay foram carregadas por estudantes universitários em protesto à eleição do Magnata.

Na madrugada da última quarta-feira (9), Donald Trump foi eleito o novo presidente dos EUA. Ao derrotar a candidata Hillary Clinton, Trump será o 45º presidente dos EUA e, para algumas pessoas, marca o início de uma Era difícil para o país e para o mundo.

Apesar de ter sido menos votado que sua rival, o Magnata conseguiu maior número de votos nos colégios eleitorais.

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Foram 47,5% nas urnas para Donald Trump e 306 no colégio eleitoral. Já Hillary obteve 47,7% nas urnas e apenas 232 no colégio eleitoral. Com isso, o sistema eleitoral americano também tem sido alvo de protestos, uma vez que o presidente não foi eleito pela maioria do povo.

E, enquanto Trump comemora e garante que será um bom presidente, defensor do povo, o mundo lamenta o resultado das eleições nos EUA. Diversos setores do governo americano e países como o Japão já convocaram reuniões emergenciais para analisar qual será o novo rumo da economia no mundo. #Política #Eleições EUA 2016