Passavam das cinco horas da manhã aqui no Brasil, quando o resultado oficial das eleições dos Estados Unidos foi anunciado. Contrariando todas as pesquisas e resumos feitos pela mídia Americana, o Republicano Donald Trump foi o grande vencedor das eleições. Ele acabou superando a queridinha de Barack Obama, Hillary Clinton, a  Dilma americana. O resultado para alguns foi surpreendente; para outros demonstra que o eleitor quer algo muito mais do que a tradicional política. Os Estados Unidos vivem uma crise interna que mexe com preconceito, estrangeiros e também a sua economia. Trump disse que mexeria em tudo com discursos considerados preconceituosos e chamou a atenção de todo planeta.

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Antes mesmo das urnas serem abertas, Donald disse que caso não vencesse o pleito, nunca mais com correria as eleições. Talvez isso o tenha ajudado a vencer Hillary, que segundo as pesquisas, tinha mais de 90% de levar à presidência americana. De acordo com fontes de notícias internacionais, ela ligou para o novo presidente. Hillary reconheceu que perdeu. Segundo ela, o povo americano sempre dá a decisão final. Comentarei de canais locais, como a CNN, acreditam que o que tenha mudado o voto tenham sido os indecisos. Durante diversas pesquisas feitas nos mais variados estados, o percentual de pessoas que votaria em Donald mudava o tempo todo.

Enquanto isso, em diversos textos feitos por jornais rádios televisões e revistas criticavam o hoje novo presidente, dizendo que caso ele vencesse o planeta viveria em uma grande catástrofe.

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Ao fazer o seu primeiro discurso, Donald mudou um pouco tipo de fala. Ele disse que vai governar não para um ou outro americano, mas para todos. Agora especialistas tentam amenizar as falas anteriores e dizem que entre o discurso da eleição e o do novo presidente muita coisa.

Na internet, tanto nos Estados Unidos quanto aqui no Brasil foi uma conclusão só. Gente comemorando que é esquerda perdeu e outros falando até em uma possível terceira guerra mundial. Se Donald vai ser um bom presidente, nós não sabemos, mas uma coisa é certa, ele será muito falado. #Eleições EUA 2016